Cinema

‘K-Pop Demon Hunters’ da Netflix Conquista o Mundo com K-Food e Sucesso Estrondoso na Billboard

A nova animação original da Netflix, ‘K-Pop Demon Hunters’, produzida pela Sony Pictures Animation, de Hollywood, continua sua ascensão meteórica e se consolida como um fenômeno global. O filme, que narra a história de um trio de K-pop chamado “Huntrix” que caça demônios, cativou o público mundial com uma combinação perfeita de cultura, cenários, história e trilha sonora coreana, gerando o que já está sendo chamado de “síndrome Kedeheon”.

Myeongdong: O Palco da Cultura Coreana e da Gastronomia de Rua

Um dos grandes destaques da animação são seus cenários, que retratam locais reais de Seul, como o Teatro Nacional de Myeongdong, a vila Hanok e, especialmente, as vibrantes ruas de comida de Myeongdong. A série detalha a cultura gastronômica coreana, apresentando pratos como kimbap, odeng, sundae, hot dogs e ramen.

Myeongdong, há muito tempo, é o destino número um para turistas que visitam a Coreia do Sul e já se tornou uma meca para fãs de K-food e K-beauty, atraindo celebridades internacionais como Scarlett Johansson em suas visitas recentes. Uma cena icônica do filme, onde o grupo de ceifadores “Saja Boys” canta em frente ao Teatro Nacional e come hot dogs dos carrinhos de rua, é vista como um dos momentos que mais destaca o prestígio da K-food no cenário mundial.

A cultura dos carrinhos de comida de rua é um dos pilares do sucesso duradouro de Myeongdong. A área funciona como um verdadeiro campo de batalha para a sobrevivência da K-food: pratos que agradam ao paladar internacional ganham popularidade instantânea, enquanto aqueles que não geram reações positivas desaparecem rapidamente. É nesse ambiente competitivo que clássicos como o tteokbokki, o kimchi e o frango frito de Myeongdong se mantêm há mais de 60 anos, conquistando não apenas os coreanos, mas pessoas de todo o mundo.

Trilha Sonora Quebra Recordes e Domina as Paradas da Billboard

O sucesso de ‘K-Pop Demon Hunters’ não se limita à tela. A trilha sonora original do filme está dominando as paradas musicais, ocupando o segundo lugar na principal parada de álbuns da Billboard, a “Billboard 200”, pela terceira semana consecutiva. Segundo um artigo de prévia da Billboard divulgado no dia 17, o álbum ficou atrás apenas de “I’m the Problem”, do astro country Morgan Wallen.

A parada “Billboard 200” classifica os álbuns mais populares da semana com base em um sistema que combina vendas de álbuns tradicionais, streams equivalentes a álbuns (SEA) e downloads de faixas digitais equivalentes a álbuns (TEA). Nesta última contagem, a trilha sonora de ‘K-Pop Demon Hunters’ registrou 104.000 unidades de álbum equivalentes, um aumento de 4% em relação à semana anterior e seu melhor desempenho até o momento.

O álbum, que estreou em 8º lugar, nunca saiu do top 10, com posições que incluem 3º, 2º, 5º, e agora mantendo o 2º lugar por um total de quatro semanas não consecutivas.

Feitos Históricos nos Charts Globais

Além do sucesso do álbum, faixas individuais também estão fazendo história. A música “Golden” alcançou o primeiro lugar tanto na parada “Global (Excl. US)” quanto na “Global 200” da Billboard. Este é um marco significativo, pois é a primeira vez que um artista virtual lidera ambas as paradas desde sua criação em 2020. Outra faixa da trilha sonora, “Takedown”, interpretada por Jeongyeon, Jihyo e Chaeyoung do grupo TWICE, também garantiu sua entrada na cobiçada parada “Hot 100”.

Cinema

Bastidores de Star Wars: Do Conselho de Lucas à Relevância das Cenas Deletadas

O universo de Star Wars é vasto, não apenas nas histórias que chegam às telas, mas também em tudo o que acontece por trás das câmeras. Desde decisões cruciais de direção em filmes mais recentes até cenas cortadas que poderiam ter mudado a percepção sobre a trilogia clássica, os bastidores da saga revelam uma complexidade fascinante.

O Conselho Crucial de George Lucas para ‘Solo’

Quando Ron Howard assumiu a direção de “Han Solo: Uma História Star Wars”, filme que explora as origens do canalha mais astuto da galáxia, ele se viu diante de um grande desafio. O cineasta veterano recebeu um conselho direto do próprio criador da saga, George Lucas, sobre como manter a essência da franquia.

Em uma entrevista ao Vulture, Howard revelou a conversa que teve com Lucas no início do processo: “Falei com ele logo no começo, quando estava avaliando se aceitaria o projeto. Ele não estava mais ativo nos filmes, mas me disse: ‘Nunca se esqueça de que é para garotos de 12 anos'”. Esse conselho simples, mas profundo, serviu como um norte para que o diretor se mantivesse fiel ao público que Star Wars sempre buscou cativar.

A História Conturbada por Trás de ‘Solo’

A chegada de Ron Howard ao projeto se deu em circunstâncias complexas. O diretor de clássicos como “Apollo 13” e “Willow” contou que a oportunidade surgiu de forma inesperada. O filme estava, inicialmente, sob o comando da dupla de diretores Phil Lord e Christopher Miller, que foram demitidos com as filmagens já em andamento. Foi então que Howard recebeu um convite para um café da manhã com Kathleen Kennedy, a presidente da Lucasfilm, onde a proposta foi feita.

“Sempre tive curiosidade sobre Star Wars, e ‘Solo’ apareceu em um momento em que eu não tinha nenhum outro filme em andamento. Minha esposa, Cheryl, e eu estávamos de férias na Europa”, relatou. A chamada de Kennedy o levou a Londres. A Lucasfilm pediu que Howard refilmasse quase todo o longa, pois o estúdio não estava satisfeito com o tom que estava sendo dado à produção. Apesar disso, ele preservou algumas cenas de que gostou e mencionou que a dupla original foi “incrivelmente gentil” durante a transição.

Cenas Deletadas: Uma Nova Perspectiva da Trilogia Clássica

Se a direção de um filme recente gerou debates, imagine o que cenas inéditas poderiam fazer com a percepção da intocável trilogia original. Muitos fãs apreciam os pequenos retoques digitais que modernizaram os filmes, outros se acostumaram com as adições posteriores, e os mais puristas certamente defenderão com unhas e dentes que Han Solo sempre atirou primeiro na cantina de Mos Eisley. No entanto, o material que ficou de fora da montagem final de “Uma Nova Esperança”, “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi” oferece novas camadas e nuances fascinantes aos personagens que conhecemos.

Mesmo os fãs mais rigorosos não podem negar o valor desse material já filmado que, por questões de ritmo, roteiro ou duração, nunca foi mostrado ao público. Um exemplo claro é a personagem Camie Marstrap, uma amiga de Luke Skywalker que teve cenas gravadas para o primeiro filme, mas foi completamente cortada. Sua presença, que só apareceu em quadrinhos e romances, mostrava que Luke não era apenas um jovem solitário no deserto, mas alguém com um círculo social e uma predisposição inicial para se juntar à Aliança Rebelde.

O Que Alguns Minutos a Mais Poderiam Mudar?

A grande questão é: quanto alguns minutos extras podem alterar nossa visão sobre personagens e eventos icônicos? A resposta varia, mas imagine uma cena que mostra de forma muito mais explícita a atração entre Luke Skywalker e a Princesa Leia, solidificando um verdadeiro triângulo amoroso antes da grande revelação. Cada cena cortada tem seu próprio contexto, mas elas provam que, às vezes, o que fica de fora da tela é tão interessante quanto o que é exibido.

Embora muitas dessas cenas possam ser encontradas nos extras de versões em home video, a trajetória da Lucasfilm, mesmo antes da aquisição pela Disney, sugere que não é impossível que parte desse material seja resgatado ou integrado em futuras edições da saga. Outras cenas, no entanto, perderam o sentido à medida que o cânone de George Lucas evoluiu, tornando-se apenas uma curiosidade sobre o que a galáxia muito, muito distante poderia ter sido.

Especiais

“Rambo: Origins”: Filme sobre a origem do personagem avança sem Sylvester Stallone

A icônica franquia de ação se prepara para um novo capítulo, mas desta vez, explorando o passado de seu lendário protagonista. Um filme sobre a juventude de John Rambo está em desenvolvimento, e o projeto já tem um novo ator e diretor definidos, marcando a primeira vez que o personagem não será interpretado por Sylvester Stallone.

O Novo Protagonista

Quem assume a grande responsabilidade de dar vida ao jovem John Rambo é o ator americano Noah Centineo, de 29 anos. A escolha, noticiada por veículos da indústria como o Deadline, traz um rosto conhecido do público mais jovem para a franquia. Centineo ganhou destaque por seu papel como um advogado da CIA na série “O Recruta” da Netflix e também atuou ao lado de Dwayne Johnson no filme de super-heróis “Adão Negro”, onde interpretou o Esmaga-Átomo.

Detalhes da Produção e Direção

O projeto, que atualmente leva o título provisório de “Rambo: Origins”, está sob os direitos da Millennium Media. A direção ficará a cargo do cineasta finlandês Jalmari Helander, que recentemente foi aclamado por seu trabalho no violento e criativo filme de ação “Sisu”. Os planos atuais indicam que as filmagens devem começar em 2026, com a Tailândia como cenário principal. A distribuição nos Estados Unidos deve ficar por conta da Lionsgate, mesma empresa que distribuiu os dois últimos filmes da saga no país, enquanto a StudiCanal é uma forte candidata para outros mercados internacionais.

A Trama e a Ausência de Stallone

Embora os detalhes específicos do enredo ainda sejam mantidos em sigilo, a premissa é clara: o filme contará a história de origem de John Rambo, focando em seu período como um jovem soldado de elite dos Boinas Verdes durante a Guerra do Vietnã. O projeto busca explorar as experiências que o transformaram no homem traumatizado e habilidoso que o público conheceu em 1982.

Sylvester Stallone, que imortalizou o personagem em cinco filmes, desde “Rambo: Programado para Matar” (1982) até “Rambo: Até o Fim” (2019), está ciente do projeto. No entanto, fontes da indústria confirmam que ele não tem, até o momento, qualquer tipo de envolvimento ou participação na produção.

Cinema

Dave Bautista será o grande vilão do remake de Highlander com Henry Cavill

Confronto épico se aproxima: Henry Cavill enfrenta Dave Bautista em Highlander

O tão aguardado remake de Highlander finalmente ganha forma concreta, e as novidades do elenco continuam chamando a atenção. Já sabíamos que Henry Cavill será o protagonista, interpretando Connor MacLeod, o imortal guerreiro escocês. Agora, segundo informações exclusivas do portal Deadline, Dave Bautista está em negociações finais para viver o principal antagonista da trama: o temido Kurgan.

Dave Bautista assume papel icônico originalmente interpretado por Clancy Brown

Caso o contrato se concretize, Bautista herdará o papel que foi imortalizado por Clancy Brown no filme original de 1986, Highlander – O Guerreiro Imortal. Na trama, Kurgan é um guerreiro sedento por poder e completamente impiedoso, cuja missão é eliminar todos os outros imortais para ser o último sobrevivente.

Curiosamente, o nome de Bautista já havia sido cogitado para o papel há mais de uma década, quando o remake ainda estava preso em uma longa fase de desenvolvimento. Agora, com a produção finalmente em andamento, seu envolvimento parece mais certo do que nunca.

Do ringue às grandes franquias: a trajetória de Dave Bautista

Ex-lutador de wrestling profissional, Dave Bautista consolidou sua carreira como ator em diversas superproduções de Hollywood. Com impressionantes 1,94 metros de altura e presença marcante, ele já participou de franquias de sucesso como Guardiões da Galáxia (Marvel), Duna e 007 – Spectre. Sua experiência em filmes de ação e ficção científica o torna uma escolha natural para encarar o papel de Kurgan, rival direto de Cavill na nova versão de Highlander.

Elenco de peso e direção experiente prometem revitalizar a franquia

Além de Cavill e Bautista, o elenco também contará com Russell Crowe (Gladiador, Uma Mente Brilhante), que interpretará o mentor Ramirez — papel que foi originalmente vivido por Sean Connery —, e Marisa Abela (Back to Black), cuja participação ainda não teve o papel divulgado.

A direção ficará a cargo de Chad Stahelski, conhecido por seu trabalho na aclamada saga John Wick. Como especialista em cenas de ação e coreografias de luta, Stahelski promete trazer batalhas de espada ainda mais intensas, realistas e impactantes que as do longa de 1986.

O universo Highlander renasce com grandes expectativas

O universo Highlander, famoso por sua icônica frase “só pode haver um”, já teve sequências cinematográficas, uma série de TV e agora se prepara para um retorno grandioso com o novo remake. A produção é desenvolvida pelos estúdios Amazon MGM, que vêm investindo pesado em reboots de franquias clássicas.

Com um elenco estelar, uma direção voltada para cenas de ação de alto nível e um vilão carismático como Dave Bautista, as expectativas estão altas. A disputa entre imortais está prestes a começar — e promete ser inesquecível.

Cinema

Pawan Kalyan Reflete Sobre o Futuro no Cinema Após “Hari Hara Veera Mallu”

Coletiva de Imprensa Rara em Hyderabad

O ator e atual vice-chefe de governo de Andhra Pradesh, Pawan Kalyan, concedeu uma coletiva de imprensa em Hyderabad para falar sobre seu próximo filme, “Hari Hara Veera Mallu” (HHVM). O evento, raro em sua agenda, serviu para o astro dividir detalhes sobre a produção e para comentar sobre as dificuldades de conciliar a carreira política com o trabalho no cinema.

Desafios e Compromisso com o Filme

Durante a coletiva, Pawan Kalyan relatou o empenho dedicado à cena de luta do clímax do filme, que foi cuidadosamente coreografada e gravada ao longo de 57 dias, mesmo sob o forte calor de maio. “Minha paixão pelas artes marciais foi fundamental para a construção dessa cena, onde enfrento o Império Mughal. Quis mostrar o sofrimento dos indianos durante aquele período histórico, tornando o drama acessível a todos”, destacou. O ator revelou ainda que, mesmo diante da agenda lotada devido às funções políticas, fez questão de se envolver diretamente na concepção das cenas de ação, trabalhando lado a lado com os coreógrafos.

Conciliando Política e Cinema

Pawan Kalyan não escondeu as dificuldades de se dividir entre a política e o cinema. Ele afirmou: “Depois de assumir o cargo de vice-chefe de governo, muita gente se perguntou se eu continuaria atuando. Eu mesmo não sei quantos filmes ainda poderei fazer. Sei que é difícil, mas quis dar o meu melhor neste projeto.” Para ele, a dedicação à obra se deve, em grande parte, ao respeito que tem pelo cinema — uma arte que, segundo o ator, não faz distinção de casta, região ou idioma.

A História de ‘Hari Hara Veera Mallu’

No longa-metragem, Pawan interpreta um fora da lei que enfrenta Aurangzeb, personagem vivido por Bobby Deol, e resgata a dançarina Panchami, papel de Nidhhi Agerwal. Dirigido por Krish e Jyothi Krisna e produzido por AM Rathnam, o filme terá sua primeira parte — “HHVM: Part 1 – Sword vs Spirit” — lançada nos cinemas em 24 de julho.

Produção Marcada por Desafios e Pandemia

Pawan Kalyan também comentou sobre as dificuldades enfrentadas ao longo da produção, especialmente durante as duas ondas da pandemia de COVID-19 e obstáculos criativos no desenvolvimento da história. “Após minha entrada na política, ficou ainda mais complicado conciliar as gravações, mas AM Rathnam se manteve firme e conseguiu finalizar o filme”, relatou.

Retorno Surpreendente às Promoções

Apesar de ter sido anunciado que o ator não participaria de eventos promocionais, Pawan surpreendeu os fãs ao aparecer na coletiva. Ele afirmou: “Vim para dizer pessoalmente que estou com esse filme. O motivo principal dessa coletiva foi atender a um pedido do produtor, AM Rathnam, e reforçar meu compromisso com o projeto.”

Elenco, Orçamento e Expectativa

Além de Pawan Kalyan, o filme traz nomes como Niddhi Agerwal, Bobby Deol, Nargis Bagri, Nora Fatehi, Sathyaraj e Jisshu Sengupta. A superprodução é dividida em duas partes e conta com trilha sonora de M.M. Keeravani. O lançamento nos cinemas está previsto para 24 de julho, com as pré-vendas já iniciadas em mercados internacionais.

Reflexão Final

Pawan Kalyan encerrou a coletiva reafirmando seu respeito pelo cinema e dizendo que, apesar das incertezas sobre o futuro na atuação, seu objetivo é entregar o melhor trabalho possível sempre que aceitar um novo desafio nas telonas.

Especiais

Última oportunidade: Filmes e séries que deixam a Netflix em breve

A Netflix está constantemente renovando seu catálogo, trazendo novidades para seus assinantes, mas também se despedindo de títulos consagrados. Com a chegada de fevereiro, vários filmes e séries populares têm data marcada para deixar a plataforma. Para quem deseja assistir ou rever essas produções, o momento é agora.

Entre os principais títulos que sairão do serviço de streaming nas próximas semanas estão produções de diferentes gêneros e para todos os gostos. Veja a lista dos filmes e séries que deixam a Netflix em fevereiro:

  • xXx: Reativado (2017)
  • Cadê os Morgan? (2009)
  • Carga Preciosa (2016)
  • Tá Chovendo Hambúrguer (2017)
  • Clifford, o Gigante Cão Vermelho (2021)
  • Voto de Coragem (2020)
  • Tim Maia (2014)
  • Bloodshot (2020)
  • Bangkok Love Stories: Inocência (2018)
  • Sleepless Society: Insônia (2019)
  • O Último Bastião (2018)
  • Guerra Mundial Z (2013)
  • P.S. Eu Te Amo (2007)
  • Zig & Sharko (2010)
  • Anjos e Demônios (2009)
  • Cartas para Julieta (2010)
  • S.W.A.T. – Comando Especial (2003)
  • Volta ao Mundo em 80 Dias – Uma Aposta Muito Louca (2004)
  • Do que os Homens Gostam (2019)
  • Karate Kid (2010)

Clássicos de Hollywood e grandes nomes no elenco

A lista inclui filmes de destaque com elencos renomados. Um dos exemplos é Anjos e Demônios (2009), estrelado por Tom Hanks. O longa conta a história de Robert Langdon, um professor de simbologia de Harvard, que tenta impedir um atentado planejado por uma sociedade secreta no Vaticano, em busca de vingança contra a Igreja Católica. O filme é uma continuação de O Código da Vinci, também adaptado dos livros de Dan Brown.

Outro destaque que se despede da plataforma é Guerra Mundial Z (2013), protagonizado por Brad Pitt. No enredo, o ator interpreta um investigador da ONU que precisa enfrentar um cenário de apocalipse zumbi e buscar respostas sobre a origem do vírus que devastou o planeta, na esperança de encontrar uma solução para salvar a humanidade.

Diversidade de gêneros e produções nacionais

Entre as produções que deixam a Netflix, há ainda opções de comédia, animação, ação, romance e dramas nacionais. O filme brasileiro Tim Maia (2014), que conta a trajetória do icônico cantor, também está na lista. Outro título querido do público, especialmente entre as famílias, é a animação Tá Chovendo Hambúrguer (2017), diversão garantida para todas as idades.

Séries e filmes asiáticos como Bangkok Love Stories: Inocência e Sleepless Society: Insônia também vão se despedir, assim como produções clássicas, entre elas S.W.A.T. – Comando Especial (2003) e Volta ao Mundo em 80 Dias – Uma Aposta Muito Louca (2004).

Aproveite antes que saiam

A saída desses títulos faz parte da estratégia de renovação constante da Netflix, que visa abrir espaço para novos lançamentos. Por isso, quem deseja assistir ou revisitar esses filmes e séries precisa correr, já que em breve eles não estarão mais disponíveis no catálogo brasileiro.

Se algum desses títulos está na sua lista de favoritos ou se você ainda não teve a chance de assistir, esta pode ser a última oportunidade de conferir essas histórias na Netflix. Fique atento às datas de remoção e programe sua maratona antes que seja tarde.

Cinema

Charlize Theron e Uma Thurman se enfrentam em “The Old Guard 2” e refletem sobre os desafios do cinema de ação

Retorno de duas lendas do cinema de ação

No novo filme da Netflix, The Old Guard 2, duas gigantes do cinema de ação se reencontram em uma batalha épica: Charlize Theron e Uma Thurman interpretam guerreiras imortais que se enfrentam em uma história cheia de confrontos e dilemas existenciais. Theron volta ao papel de Andy (Andrômaca da Cítia), que luta por causas justas — e nem tão justas assim — há mais de seis mil anos. Já Thurman dá vida à enigmática vilã Discord, uma imortal ainda mais antiga que carrega uma profunda decepção com a humanidade.

Um reencontro esperado pelos fãs

Para os fãs do gênero, a expectativa era alta. Afinal, ambas criaram personagens que se tornaram ícones da ação: a Noiva de Kill Bill, interpretada por Thurman, e Furiosa de Mad Max: Estrada da Fúria, de Theron. Enquanto Charlize continuou trilhando sua carreira em longas de ação como Atômica, Velozes e Furiosos e The Italian Job, Uma se afastou por mais de duas décadas desse tipo de produção, voltando agora em grande estilo.

Escolha mútua e admiração mútua

Thurman revelou que sempre admirou o trabalho de Charlize e que aceitou o papel por ver nela uma atriz misteriosa e respeitada, com quem sempre quis contracenar. “Foi uma oportunidade rara. Projetos como esse não costumam reunir duas mulheres fortes e experientes no mesmo elenco”, comentou. Theron, por sua vez, afirmou que o desejo de trabalhar com Uma já vinha de longa data. “Muita gente me dizia que nós duas precisávamos fazer um filme juntas. E, honestamente, eu sempre a admirei demais como atriz”, destacou.

A ameaça de Discord

Discord, a personagem de Thurman, é descrita como uma das imortais mais antigas e solitárias do universo de The Old Guard. Segundo a própria atriz, sua personagem está tomada por frustração e ressentimento, bem diferente da postura otimista — ainda que cética — de Andy. “Ela é movida por raiva e já perdeu a fé na humanidade”, explicou Uma. Essa oposição ideológica entre as personagens gera o conflito central do filme.

Cenas de ação marcantes e espadas em destaque

Para dar vida a esse embate, as atrizes contaram com uma equipe de dublês de elite e cenas de luta coreografadas com precisão. “Foi incrível voltar a lutar com espadas, algo muito especial para mim”, revelou Thurman. Ela também elogiou o desempenho de Charlize, afirmando que a colega representa uma força feminina ousada e inspiradora no cinema. A diretora Victoria Mahoney reforçou: “Ver a Noiva e a Atômica Blonde frente a frente é um presente para os fãs, mas vai além disso. Toda cena de luta precisa de adversários à altura — e elas são exatamente isso”.

Conflito de ideologias: lutar ou desistir?

O confronto entre Andy e Discord é mais do que físico — ele representa um choque de ideologias. De um lado, Andy ainda encontra motivos para continuar lutando pela humanidade, mesmo diante de um mundo que parece não melhorar. Do outro, Discord quer colocar tudo abaixo. Segundo Greg Rucka, criador do universo de The Old Guard, a sequência desafia a decisão de Andy no primeiro filme: “Se ela encontrou um propósito lá, o segundo filme precisa colocar isso em xeque — e é exatamente o que a Discord faz”.

Fora das telas: respeito mútuo

Apesar do embate intenso em cena, fora das câmeras não faltou admiração entre as duas atrizes. Uma destacou a dedicação de Charlize, que além de protagonizar, também produziu o longa. As duas estrelas demonstraram que, mesmo interpretando inimigas, a parceria foi marcada por profissionalismo, respeito e admiração mútua — ingredientes que, ao que tudo indica, tornam The Old Guard 2 uma experiência imperdível para os amantes do gênero.

Séries de TV

Clássicos dos anos 2000: Seis séries adolescentes para matar a saudade da juventude

A década de 2000 marcou profundamente a cultura pop, com uma onda de produções que moldaram o gosto de uma geração. No universo das séries de TV, esse período foi especialmente rico em histórias voltadas ao público jovem, combinando drama, mistério, romance e dilemas típicos da adolescência. Pensando nisso, relembramos seis séries marcantes dos anos 2000 que fizeram parte da juventude de muita gente e ainda despertam nostalgia.

Smallville (2001): A origem do herói

“Smallville” foi um dos grandes sucessos do início dos anos 2000. A série acompanhava a juventude de Clark Kent antes de se tornar o Superman, oferecendo uma abordagem mais livre e criativa do personagem. Sem seguir fielmente os quadrinhos, a trama explorava os dilemas pessoais e os primeiros contatos de Clark com seus poderes, misturando ficção científica, romance e ação em um enredo envolvente que conquistou fãs ao redor do mundo.

The O.C. (2003): Riqueza, rebeldia e realidade

“The O.C.” se destacou desde seu primeiro episódio, que bateu recordes de audiência na Warner Bros. A série trazia à tona questões reais enfrentadas por muitos adolescentes, como o abuso de substâncias, gravidez precoce, negligência familiar e o sistema judicial para menores. Ambientada na glamourosa Orange County, a trama contrastava o luxo das famílias ricas com os dramas profundos dos personagens jovens, criando uma narrativa intensa e emocional.

One Tree Hill (2003): Basquete, sonhos e amadurecimento

“One Tree Hill” ficou na memória de muitos por sua trilha sonora marcante, especialmente pela música de abertura “I Don’t Want to Be”, de Gavin DeGraw. A série acompanhava Lucas, um adolescente apaixonado por basquete, que enfrentava rivalidades, romances e desafios familiares. Com foco no crescimento pessoal e nas relações interpessoais, a trama retratava a busca por identidade durante a adolescência.

Veronica Mars (2004): Mistério no ensino médio

Veronica Mars era mais do que uma estudante comum. Filha de um ex-chefe de polícia, ela usava suas habilidades investigativas para solucionar crimes e segredos de sua escola enquanto lidava com traumas pessoais. Com uma protagonista forte e inteligente, a série combinava suspense policial com os dilemas típicos da juventude, ganhando destaque pelo seu tom sombrio e inteligente.

Kyle XY (2006): Ficção científica e autodescoberta

Com um enredo envolvente, “Kyle XY” apresentava a história de um adolescente encontrado desorientado e sem memórias em uma floresta. Sem umbigo e com habilidades fora do comum, Kyle tentava entender sua origem e se adaptar à vida em sociedade. A série misturava ficção científica com questões existenciais e emocionais, explorando temas como identidade, família e pertencimento.

Skins (2007): Um retrato cru da adolescência

Diferente das séries tradicionais da época, “Skins” apostou em uma abordagem realista e muitas vezes chocante da adolescência. Ambientada no Reino Unido, a série abordava temas como dependência química, distúrbios psicológicos, sexualidade, violência e relações familiares disfuncionais. Com personagens complexos e narrativas impactantes, “Skins” se destacou por expor o lado mais vulnerável e caótico da juventude.

Cinema

Guillermo del Toro promete trailer de “Frankenstein” para este sábado

Guillermo del Toro está prestes a realizar um antigo sonho com seu novo projeto cinematográfico: Frankenstein. Considerado um dos lançamentos mais aguardados do ano, o filme dirigido pelo cineasta mexicano terá seu primeiro trailer revelado neste sábado, 31 de maio, durante o Tudum 2025 — evento global para fãs promovido pela Netflix.

Segundo del Toro, essa produção é especialmente significativa para ele. “Esse filme vive na minha mente desde a infância. Tentei realizá-lo por mais de 20 ou 25 anos”, revelou o diretor. “Algumas pessoas podem achar que sou obcecado por Frankenstein — e provavelmente estão certas. Com o tempo, o personagem se fundiu com minha alma, a ponto de se tornar quase uma autobiografia. Nunca fiz algo tão pessoal.”

O elenco conta com nomes de peso: Oscar Isaac interpreta Victor Frankenstein, Mia Goth vive Elizabeth, Christoph Waltz assume o papel do Dr. Pretorius, e Jacob Elordi dá vida à criatura criada pelo cientista.

Durante uma conversa no Festival de Cannes com o compositor Alexandre Desplat, del Toro enfatizou que Frankenstein será muito mais do que um filme de terror. “Alguém me perguntou recentemente se o filme tem cenas realmente assustadoras”, comentou. “Pela primeira vez, parei para pensar nisso. Para mim, é uma história emocional. É pessoal, profundamente pessoal. Estou fazendo perguntas sobre o que significa ser pai, ser filho… Não estou fazendo um filme de terror — nunca foi essa a intenção.”

Apesar de já ter sido exibido para um público seleto durante o evento Next on Netflix, realizado em Los Angeles no início do ano, o material ainda não foi disponibilizado online. Quem teve acesso descreveu as cenas como “opulentas”, “operísticas” e “sombrias” — adjetivos que só aumentam a expectativa em torno do lançamento.

Guillermo del Toro fala sobre Frankenstein há décadas, e por muito tempo parecia improvável que o projeto realmente saísse do papel. Agora, faltam apenas alguns meses para o público finalmente conferir o resultado. A estreia mundial está marcada para novembro, exclusivamente na Netflix.

Fãs já estão de olhos atentos para este sábado, na expectativa de que o trailer seja divulgado ao público em geral. Se isso acontecer, será a primeira chance real de vislumbrar o que promete ser uma das obras mais emocionais da carreira de del Toro.

Séries de TV

“Fale Comigo”: terror psicológico e contatos com o além em novo filme da A24

O novo longa de terror “Fale Comigo”, produzido pela aclamada A24, mergulha o espectador em uma atmosfera tensa e perturbadora ao acompanhar um grupo de jovens que se envolve com forças sobrenaturais através de um misterioso objeto: uma mão embalsamada. O ritual macabro, que rapidamente se torna popular nas redes sociais, consiste em tocar na mão e dizer “Fale Comigo”, permitindo que entidades do além se manifestem por até 90 segundos. Ultrapassar esse limite, porém, pode trazer consequências devastadoras.

No centro da história está Mia, uma adolescente que lida com o luto após a morte da mãe. Em busca de consolo, ela é apresentada ao ritual por amigos e, movida pela curiosidade e pela esperança de se reconectar com a mãe, decide participar. A primeira experiência provoca nela uma sensação intensa e viciante. Incapaz de esquecer o que viveu, Mia começa a realizar sessões sozinha, acreditando que pode manter o controle sobre o que está invocando.

Com o passar do tempo, no entanto, as fronteiras entre realidade e ilusão começam a se desfazer. Mia passa a enxergar figuras sobrenaturais e enfrenta visões assustadoras que a deixam confusa e vulnerável. Seus amigos, inicialmente empolgados com o fenômeno, começam a perceber que abriram algo que não sabem como fechar.

O grupo, então, precisa lidar com os efeitos colaterais do contato com o mundo espiritual. Aparições cada vez mais perigosas, comportamentos inexplicáveis e uma tensão crescente tomam conta de suas vidas. A narrativa desenvolve-se com um ritmo envolvente, combinando elementos de suspense psicológico e horror sobrenatural, mantendo o espectador em constante alerta.

O elenco conta com atuações marcantes de Sophie Wilde como Mia, além de nomes como Miranda Otto, Zoe Terakes, Jett Gazley, Chris Alosio, Otis Dhanji, Joe Bird e Alexandra Jensen. Com direção precisa e uma estética visual inquietante, o filme apresenta uma abordagem contemporânea do gênero de terror, explorando temas como o luto, a curiosidade adolescente e os perigos de brincar com o desconhecido.

“Fale Comigo” se destaca como uma produção intensa, emocional e assustadora, que promete impactar tanto fãs de terror quanto quem busca uma narrativa bem construída e cheia de tensão.