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Zack Snyder Reafirma Legado de Cavill Enquanto DCU de James Gunn Reinventa Origem do Superman

O cineasta Zack Snyder relembrou recentemente seu tempo no universo DC, prestando uma homenagem ao ator Henry Cavill, enquanto o novo DC Universe (DCU), sob o comando de James Gunn, explora novas e sombrias origens para o Homem de Aço, sugerindo um papel central para o vilão Brainiac.

Tributo de Snyder a Henry Cavill

Para comemorar seu aniversário de três semanas na plataforma de mídia social Instagram, Zack Snyder agradeceu aos fãs pelo apoio e publicou uma nova foto impressionante de Henry Cavill como Superman. A imagem, em preto e branco, foi tirada durante as filmagens de “Batman v Superman: A Origem da Justiça” (2016). “Henry Cavill é o Superman. De BvS, fotografado com minha Noctilux 50mm monocromática. 3 semanas no Instagram, obrigado a todos”, escreveu Snyder na legenda.

O Fim de uma Era no DCEU

Cavill estrelou como Superman em todos os três filmes do DC Extended Universe (DCEU) dirigidos por Snyder: “O Homem de Aço” (2013), “Batman v Superman” (2016) e “Liga da Justiça” (2017 e 2021). Após um hiato, com exceção de participações especiais sem rosto, Cavill teve um retorno muito aguardado na cena pós-créditos de “Adão Negro” (2022). Esse retorno deveria sinalizar um papel maior para o ator na próxima fase do DCEU.

No entanto, esses planos foram abruptamente cancelados após James Gunn e Peter Safran assumirem a co-liderança do DC Studios. O DCEU foi encerrado para dar lugar a um universo compartilhado reiniciado, batizado de DC Universe (DCU).

A Nova Direção do DCU

No novo DCU, Cavill não retornou ao papel, sendo sucedido por David Corenswet no filme “Superman”, escrito e dirigido por Gunn. Lançado neste verão, o filme alcançou sucesso crítico e comercial, com uma sequência, “Man of Tomorrow”, já em desenvolvimento para um lançamento em 2027.

O novo filme estabelece uma mitologia radicalmente diferente. “Superman” de Gunn adiciona novas camadas às origens do herói e de Krypton, apresentando uma ousada reviravolta sobre seus pais kryptonianos e um Lex Luthor implacável, obcecado em atormentar e matar o Homem de Aço desde o início da carreira do herói.

Reformulando a Queda de Krypton

À medida que a história do DCU se expande, vilões clássicos podem ser revelados com conexões mais profundas com Kal-El. Historicamente, a destruição de Krypton teve várias explicações, desde instabilidade ecológica até ataques terroristas. Frequentemente, a culpa recai sobre um ato do destino agravado pela negligência.

No entanto, novas abordagens, possivelmente inspiradas em quadrinhos como “Superman: The Kryptonite Spectrum”, sugerem uma traição deliberada. O papel de Brainiac como o arquiteto da destruição de Krypton confere a ele uma camada de vilania que nenhuma versão anterior capturou totalmente. Ele deixa de ser uma inteligência alienígena distante coletando mundos por curiosidade e se torna a própria ferida autoinfligida de Krypton, a personificação da arrogância fatal de sua civilização.

Brainiac como o Vilão Definitivo

A ficção científica frequentemente explora o medo da criação que se volta contra o criador, como visto em Frankenstein, Skynet (O Exterminador do Futuro) e Ultron. Em Krypton, as mentes mais brilhantes deram origem à inteligência que decidiu que elas não eram dignas de sobreviver. Enquanto Lex Luthor representa a inveja humana e o General Zod reflete o militarismo kryptoniano, Brainiac incorpora o perfeccionismo frio e impiedoso.

Apesar de seu potencial, Brainiac raramente recebeu o mesmo destaque de Luthor ou Zod no cinema. A série “Krypton” (2018) provou que o vilão funciona em live-action. Com as reviravoltas introduzidas por Gunn, como a revelação de que os Els enviaram Superman à Terra como um conquistador, o vindouro “Man of Tomorrow” poderia naturalmente posicionar Brainiac como o antagonista definitivo para uma nova geração, o contraponto lógico e destacado da empatia do Superman.

Novos Projetos de Snyder

Enquanto o DCU segue sua nova trajetória, Zack Snyder foca em projetos diferentes. Após dirigir “Army of the Dead” (2021) e a duologia “Rebel Moon” (2023-24) para a Netflix, o próximo filme de Snyder será um drama de guerra mais contido, “The Last Photograph”, atualmente em produção.

Cinema

“Invocação do Mal: O Ritual Final” Encerra a Saga dos Warren nos Cinemas

Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 4 de setembro de 2025, o aguardado filme de terror “Invocação do Mal: O Ritual Final”, que promete ser o epílogo da icônica saga baseada nos casos de Ed e Lorraine Warren. A jornada cinematográfica, iniciada em 2013 por James Wan e distribuída pela Warner Bros. Pictures, chega à sua conclusão, fechando a história dos célebres investigadores paranormais que cativaram o público com atmosferas góticas e medos coletivos, alcançando recordes de bilheteria ao longo da última década.

Um Universo de Pesadelos e Sucesso de Bilheteria

Desde o primeiro capítulo até este filme conclusivo, a franquia “Invocação do Mal” soube transformar supostos testemunhos de fenômenos paranormais em uma linguagem cinematográfica que envolveu uma audiência global. Este quarto episódio da linha principal se baseia em uma última investigação que Ed e Lorraine teriam conduzido nos anos 80, na casa da família Smurl, na Pensilvânia. Nos papéis principais, Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam como o casal de demonologistas, já indissociavelmente ligados a esses personagens.

A trama segue uma fórmula familiar: alterna entre cenas da vida doméstica peculiar do casal Warren e uma sequência crescente de assombrações em uma casa de família. Eventualmente, os dois mundos se colidem, culminando em um exorcismo espetacular. O cenário dos anos 80 é evocado de maneira brilhante, prestando atenção a cada detalhe da época.

Elenco: Rostos Familiares e Novas Adições

Os grandes protagonistas, Vera Farmiga e Patrick Wilson, continuam sendo o coração da franquia. A química entre eles, que os transformou no casal mais querido do cinema de terror, é mais uma vez um dos pontos altos do filme. A interpretação intensa e sensível de Farmiga como Lorraine equilibra o lado místico da médium com o de esposa e mãe, enquanto Wilson retrata a coragem e a firmeza de Ed, sem deixar de lado o laço afetivo que é o pilar de toda a saga.

O elenco de “O Ritual Final” se enriquece com novas adições: a atriz britânica Mia Tomlinson assume o papel de Judy Warren, a filha dos protagonistas, agora uma mulher adulta que herdou parte da intuição psíquica de sua mãe. Ela é acompanhada por Ben Hardy, que interpreta seu namorado, Tony Spera. Além disso, rostos conhecidos retornam, como Steve Coulter, mais uma vez no papel do Padre Gordon, que tem uma participação impactante na trama.

Direção e Aspectos Técnicos

A direção do filme fica novamente a cargo de Michael Chaves, que assumiu a franquia a partir do terceiro filme. James Wan, embora não esteja mais atrás das câmeras, permanece como uma figura central na produção e como o idealizador de todo este universo narrativo, que também deu origem a outras franquias de sucesso como “Jogos Mortais” e “Sobrenatural”.

Do ponto de vista técnico, o filme se destaca por um visual que remete aos clássicos do terror. A equipe de bastidores inclui o diretor de fotografia Eli Born, o designer de produção John Frankish e o compositor Benjamin Wallfisch, cujas atmosferas sonoras são cruciais para a construção da tensão.

O Fim da Saga ou um Novo Começo?

Apesar dos pontos fortes, mais de uma década depois, alguns elementos da franquia começam a mostrar sinais de desgaste. As cenas de terror, antes eletrizantes, agora podem parecer um festival de clichês de “Invocação do Mal”: brinquedos infantis possuídos, porões escuros e rangentes, lâmpadas que explodem e reflexos que revelam algo horrível ao fundo.

No entanto, o filme ainda entrega momentos de criatividade, como uma cena de prova de um vestido de noiva que promete gerar um medo genuíno de espelhos infinitos. O poder dos demônios parece inconsistente; às vezes, parece ilimitado, mas na maior parte do tempo, eles se contentam em brincar com os heróis, submetendo-os a sustos fáceis até o clímax. Como o título sugere, “O Ritual Final” certamente encerra as aventuras de Ed e Lorraine. Mas com a franquia sendo a mais lucrativa da história do terror e com os personagens de Judy e Tony agora em cena, fica a pergunta: Hollywood realmente permitirá que a caça aos demônios termine?

Cinema

Charlize Theron e Uma Thurman se enfrentam em “The Old Guard 2” e refletem sobre os desafios do cinema de ação

Retorno de duas lendas do cinema de ação

No novo filme da Netflix, The Old Guard 2, duas gigantes do cinema de ação se reencontram em uma batalha épica: Charlize Theron e Uma Thurman interpretam guerreiras imortais que se enfrentam em uma história cheia de confrontos e dilemas existenciais. Theron volta ao papel de Andy (Andrômaca da Cítia), que luta por causas justas — e nem tão justas assim — há mais de seis mil anos. Já Thurman dá vida à enigmática vilã Discord, uma imortal ainda mais antiga que carrega uma profunda decepção com a humanidade.

Um reencontro esperado pelos fãs

Para os fãs do gênero, a expectativa era alta. Afinal, ambas criaram personagens que se tornaram ícones da ação: a Noiva de Kill Bill, interpretada por Thurman, e Furiosa de Mad Max: Estrada da Fúria, de Theron. Enquanto Charlize continuou trilhando sua carreira em longas de ação como Atômica, Velozes e Furiosos e The Italian Job, Uma se afastou por mais de duas décadas desse tipo de produção, voltando agora em grande estilo.

Escolha mútua e admiração mútua

Thurman revelou que sempre admirou o trabalho de Charlize e que aceitou o papel por ver nela uma atriz misteriosa e respeitada, com quem sempre quis contracenar. “Foi uma oportunidade rara. Projetos como esse não costumam reunir duas mulheres fortes e experientes no mesmo elenco”, comentou. Theron, por sua vez, afirmou que o desejo de trabalhar com Uma já vinha de longa data. “Muita gente me dizia que nós duas precisávamos fazer um filme juntas. E, honestamente, eu sempre a admirei demais como atriz”, destacou.

A ameaça de Discord

Discord, a personagem de Thurman, é descrita como uma das imortais mais antigas e solitárias do universo de The Old Guard. Segundo a própria atriz, sua personagem está tomada por frustração e ressentimento, bem diferente da postura otimista — ainda que cética — de Andy. “Ela é movida por raiva e já perdeu a fé na humanidade”, explicou Uma. Essa oposição ideológica entre as personagens gera o conflito central do filme.

Cenas de ação marcantes e espadas em destaque

Para dar vida a esse embate, as atrizes contaram com uma equipe de dublês de elite e cenas de luta coreografadas com precisão. “Foi incrível voltar a lutar com espadas, algo muito especial para mim”, revelou Thurman. Ela também elogiou o desempenho de Charlize, afirmando que a colega representa uma força feminina ousada e inspiradora no cinema. A diretora Victoria Mahoney reforçou: “Ver a Noiva e a Atômica Blonde frente a frente é um presente para os fãs, mas vai além disso. Toda cena de luta precisa de adversários à altura — e elas são exatamente isso”.

Conflito de ideologias: lutar ou desistir?

O confronto entre Andy e Discord é mais do que físico — ele representa um choque de ideologias. De um lado, Andy ainda encontra motivos para continuar lutando pela humanidade, mesmo diante de um mundo que parece não melhorar. Do outro, Discord quer colocar tudo abaixo. Segundo Greg Rucka, criador do universo de The Old Guard, a sequência desafia a decisão de Andy no primeiro filme: “Se ela encontrou um propósito lá, o segundo filme precisa colocar isso em xeque — e é exatamente o que a Discord faz”.

Fora das telas: respeito mútuo

Apesar do embate intenso em cena, fora das câmeras não faltou admiração entre as duas atrizes. Uma destacou a dedicação de Charlize, que além de protagonizar, também produziu o longa. As duas estrelas demonstraram que, mesmo interpretando inimigas, a parceria foi marcada por profissionalismo, respeito e admiração mútua — ingredientes que, ao que tudo indica, tornam The Old Guard 2 uma experiência imperdível para os amantes do gênero.

Cinema

Allison Janney e Bryan Cranston brilham em trailer dramático de “Everything’s Going To Be Great”

Um novo drama familiar promete provocar emoções intensas e reflexões profundas. “Everything’s Going To Be Great”, longa dirigido por Jon S. Baird e escrito por Steven Rogers, roteirista de “Eu, Tonya”, acaba de ganhar seu primeiro trailer — e a combinação de elenco estelar e narrativa emotiva já chama atenção.

O título do filme, em tradução livre, “Tudo Vai Ficar Ótimo”, carrega uma ironia inerente que pode facilmente ser subvertida em manchetes futuras, dependendo da recepção da crítica e do público. Ainda assim, ao que tudo indica no trailer, há bons motivos para acreditar que o otimismo do nome pode, sim, se confirmar.

No centro da trama estão os personagens vividos por Bryan Cranston e Allison Janney, que interpretam um casal apaixonado por teatro. Cansados da rotina em Ohio, eles decidem recomeçar a vida em Nova Jersey, onde assumem a administração de um espaço artístico. A mudança não envolve apenas uma troca geográfica, mas também uma reinvenção emocional e existencial que afetará toda a família.

O jovem ator Benjamin Evan Ainsworth, conhecido por ter interpretado o Pinóquio mais recente da Disney, vive o filho do casal. Sua presença reforça um tom típico de “adolescente precoce descobre lições de vida agridoces” — um elemento clássico de dramas familiares. A trilha sonora, com canções de Brandon Ray, também ajuda a intensificar esse clima emocional, embora nem todos os espectadores pareçam convencidos pelo refrão repetitivo e frenético de “I’ll be there for you!”.

Ainda assim, o carisma e a competência de Cranston e Janney prometem dar profundidade e autenticidade aos personagens. Completando o elenco, Chris Cooper surge como mais uma presença de peso que pode agregar densidade à narrativa. A promessa é de um filme que sabe equilibrar humor, drama e sensibilidade.

“Everything’s Going To Be Great” se apresenta como uma carta de amor ao teatro — e à transformação que ele pode causar na vida das pessoas. Mas, como todo bom drama sobre arte e família, também carrega o risco calculado de nos confrontar com verdades incômodas. E talvez seja exatamente isso que o torne especial.

A estreia do filme ainda não tem data confirmada, mas a expectativa já está criada. Para os fãs de histórias sobre reinvenção, laços familiares e o poder redentor da arte, este pode ser um dos lançamentos mais emocionantes do ano.

Cinema

VIP: traições e segredos em um mundo de luxo

Para quem gosta de histórias intensas com romance, traição e dramas familiares, o dorama sul-coreano VIP é uma excelente escolha. A trama gira em torno de aparências enganosas e relacionamentos abalados nos bastidores de uma loja de departamentos de alto padrão, onde a verdade esconde-se por trás de sorrisos profissionais.

A história acompanha Jung Sun (interpretada por Jang Na-ra), vice-chefe de uma equipe exclusiva chamada “VIP”, criada pela luxuosa loja Seongwun para atender com atenção máxima os clientes mais ricos e exigentes. Seu marido, Sung Jung (vivido por Lee Sang-yoon), lidera essa mesma equipe, o que inicialmente parece ser um equilíbrio perfeito entre vida pessoal e profissional.

Porém, por trás da fachada de casal feliz, a protagonista vive um conflito silencioso. Jung Sun luta diariamente para manter as aparências, esconder suas dores e ser a esposa ideal, mesmo carregando marcas profundas de abandono do passado. Tudo muda quando ela recebe uma mensagem anônima afirmando que está sendo traída pelo marido com uma colega da própria equipe.

A partir desse ponto, Jung Sun mergulha em um turbilhão de emoções e precisa lidar com a dor da suspeita e da descoberta. Ela começa a investigar discretamente a vida do marido no trabalho, descobrindo segredos que vão muito além de uma simples traição. A tensão cresce a cada episódio, revelando não apenas os conflitos conjugais, mas também as verdades ocultas dos demais integrantes da equipe VIP.

Lançado em 2019, o dorama conta com 16 episódios, cada um com cerca de uma hora de duração. O elenco é reforçado por nomes como Pyo Ye-jin, Lee Chung-a, Kwak Sun-young e Shin Jae-ha, que ajudam a construir um enredo cheio de reviravoltas e emoções intensas.

VIP está disponível em várias plataformas de streaming, incluindo Netflix, Viki Rakuten, Apple TV e Kocowa. Embora ainda não conte com trailer dublado em português, o dorama tem ganhado popularidade entre os fãs brasileiros que buscam produções com enredos maduros, envolventes e realistas.

Com uma narrativa marcada por segredos, dilemas morais e questionamentos sobre confiança, VIP nos convida a refletir sobre as aparências no ambiente de trabalho e na vida pessoal, mostrando que, muitas vezes, a verdade está onde menos se espera.

Cinema

Netflix Anuncia Data de Lançamento de ‘Happy Gilmore 2’

Prepare-se para um divertido torneio de golfe com Adam Sandler neste verão! A Netflix confirmou oficialmente a data de lançamento da aguardada sequência da comédia esportiva, Happy Gilmore 2.

O filme tem estreia marcada para julho e dará continuidade ao clássico de 1996, no qual o personagem de Sandler faz uma transição inusitada do hóquei no gelo para o golfe. O ator retorna ao papel principal ao lado de Christopher McDonald, Julie Bowen, Ben Stiller, Dennis Dugan e Allen Covert, todos reprisando seus papéis originais.

Além do elenco conhecido, o filme contará com diversas participações especiais de renomados golfistas profissionais, incluindo Keegan Bradley, Bryson DeChambeau, John Daly, Tony Finau, Rickie Fowler, Brooks Koepka, Rory McIlroy, Collin Morikawa, Jack Nicklaus, Corey Pavin, Xander Schauffele, Scottie Scheffler, Jordan Spieth, Justin Thomas, Lee Trevino e Will Zalatoris. Outros nomes de peso também farão aparições, como Eminem, Reggie Bush, Travis Kelce, Dan Patrick e Becky Lynch. O elenco ainda contará com Margaret Qualley, Benny Safdie, Nick Swardson, Kid Cudi, Maxwell Jacob Friedman, Bad Bunny e Ethan Cutowsky.

A trama do filme ainda é mantida sob sigilo, mas o que se sabe até agora é que Happy Gilmore e Shooter McGavin vão se unir novamente para treinar seus novos pupilos em um prestigioso torneio de golfe. No entanto, a rivalidade entre os dois promete ser reacendida, garantindo muitas situações hilárias.

Happy Gilmore 2 estreia na Netflix no dia 25 de julho.

Séries de TV

Elenco de A Pequena Sereia (2023): Conheça os atores e dubladores do live-action da Disney

A clássica animação da Disney, lançada em 1989, finalmente ganhou sua versão em live-action! Com algumas exceções, a maioria dos personagens icônicos foi interpretada por atores reais. Confira abaixo quem deu vida e voz aos principais personagens da nova adaptação de “A Pequena Sereia”.

Halle Bailey como Ariel

A protagonista Ariel é interpretada por Halle Bailey, atriz e cantora norte-americana. Antes de estrelar o live-action da Disney, Halle já se destacava no mundo da música, especialmente por sua parceria com sua irmã Chlöe no duo Chloe x Halle. As irmãs foram descobertas por Beyoncé e, em 2016, assinaram contrato com a Parkwood Entertainment, a gravadora da artista. Desde então, acumularam indicações ao Grammy e conquistaram espaço na indústria musical.

Na televisão, Halle também já tinha experiência, tendo participado de séries e filmes como “As Férias da Minha Vida” (2006) e “Grown-ish”, onde interpretou Skyler Forster.

Jonah Hauer-King como Príncipe Eric

O Príncipe Eric, interesse romântico de Ariel, foi interpretado pelo ator britânico Jonah Hauer-King. Com passagem pelo cinema e pela televisão, Jonah já atuou em produções como “A Caminho de Casa” (2019) e “Mulheres ao Poder” (2020). Seu talento e carisma fizeram dele a escolha ideal para viver o jovem príncipe que se apaixona por Ariel.

Javier Bardem como Rei Tritão

O poderoso Rei Tritão, pai de Ariel, foi interpretado por Javier Bardem. O renomado ator espanhol é conhecido por seus papéis marcantes em filmes como “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007), pelo qual ganhou um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, e “007 – Operação Skyfall” (2012), onde viveu o vilão Silva.

Melissa McCarthy como Úrsula

A icônica vilã Úrsula ganhou vida com a interpretação da talentosa Melissa McCarthy. Conhecida por seu talento para a comédia, a atriz já estrelou produções como “Missão Madrinha de Casamento” (2011) e “As Bem-Armadas” (2013). Seu carisma e capacidade de criar personagens memoráveis trouxeram uma nova dimensão à antagonista da história.

Daveed Diggs como Sebastião

Sebastião, o caranguejo conselheiro do Rei Tritão, foi dublado por Daveed Diggs. O ator e rapper é conhecido por sua participação no musical “Hamilton”, onde interpretou Thomas Jefferson e o Marquês de Lafayette, papel que lhe rendeu um prêmio Tony. Sua versatilidade na música e na atuação contribuiu para a personalidade vibrante do personagem.

Jacob Tremblay como Linguado

O peixinho Linguado, melhor amigo de Ariel, foi dublado por Jacob Tremblay. O jovem ator canadense se destacou em “O Quarto de Jack” (2015), ao lado de Brie Larson, e também participou de “Extraordinário” (2017) e “Bons Meninos” (2019). Seu talento trouxe ao personagem um tom cativante e emocional.

Awkwafina como Sabidona

A gaivota Sabidona, que ajuda Ariel em suas aventuras, foi dublada por Awkwafina. A atriz e rapper se tornou conhecida por seu trabalho em “Podres de Ricos” (2018) e “A Despedida” (2019), filme que lhe rendeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz. Seu estilo de humor irreverente adicionou um toque moderno e divertido à personagem.

O live-action de “A Pequena Sereia” trouxe um elenco talentoso e diversas vozes marcantes, recriando a magia da animação original com um toque contemporâneo. O filme celebra a história clássica com uma nova abordagem, encantando tanto os fãs da animação quanto uma nova geração de espectadores.

Cinema

“Ne Zha 2” bate recordes e arrecada quase US$ 18 milhões na América do Norte

O blockbuster de animação chinês “Ne Zha 2” alcançou aproximadamente US$ 18 milhões em bilheteria na América do Norte após três fins de semana em exibição, de acordo com dados divulgados pela empresa de medição Comscore no domingo. No terceiro fim de semana, o filme ficou em sétimo lugar no ranking das bilheteiras norte-americanas, arrecadando US$ 2,94 milhões e elevando sua receita total para US$ 17,95 milhões.

Enquanto isso, “Captain America: Brave New World”, da Marvel, manteve sua liderança pelo terceiro fim de semana consecutivo, faturando US$ 15 milhões.

Distribuído pela CMC Pictures, “Ne Zha 2” é exibido em mandarim com legendas em inglês e está presente em mais de 600 cinemas selecionados na América do Norte. Durante os dois primeiros fins de semana, o longa figurou entre os cinco primeiros colocados no ranking de bilheteria, consolidando-se como o filme em língua chinesa de maior arrecadação na região desde 2006.

O sucesso do filme, no entanto, vai muito além do mercado norte-americano. Segundo a plataforma de venda de ingressos Maoyan, “Ne Zha 2” já acumulou impressionantes 14,29 bilhões de yuans (aproximadamente US$ 1,92 bilhão) em bilheteria global. Com esse desempenho, o filme alcançou a sétima posição no ranking das maiores bilheteiras mundiais de todos os tempos, ultrapassando “Spider-Man: No Way Home”. Além disso, tornou-se a primeira produção não hollywoodiana a ultrapassar a marca de um bilhão de dólares e conquistou o título de animação de maior arrecadação da história.

“Ne Zha 2” é a sequência do sucesso animado de 2019, “Ne Zha”, e tem como base uma figura mitológica chinesa de mesmo nome. Seu desempenho expressivo na bilheteria global reforça a crescente influência do cinema chinês no mercado internacional.

Cinema

Oscar 2025: ‘Anora’ domina principais categorias e leva melhor filme e melhor atriz

A cobertura ao vivo do Oscar 2025 chegou ao fim. Veja abaixo os destaques da premiação e tudo o que você precisa saber sobre a cerimônia.

‘Anora’ brilha como grande vencedor da noite

O drama “Anora”, uma história envolvente sobre uma dançarina de strip-tease em busca de um futuro melhor, mas sem um final de conto de fadas, foi consagrado como melhor filme na 97ª edição do Oscar, realizada no domingo. A produção independente, ambientada no Brooklyn e dirigida por Sean Baker, conquistou o maior prêmio de Hollywood.

A vitória de “Anora” confirmou seu favoritismo, acumulando cinco grandes estatuetas. O diretor Sean Baker brilhou na noite, levando para casa os prêmios de melhor direção, melhor roteiro e melhor edição.

Outros vencedores da noite

Oito dos dez filmes indicados a melhor filme saíram da cerimônia com pelo menos um prêmio. Entre eles, está “Emilia Pérez”, uma produção da Netflix que enfrentou polêmicas devido a tweets antigos de sua protagonista, Karla Sofía Gascón. Apesar disso, o filme garantiu o prêmio de melhor atriz coadjuvante para Zoe Saldaña.

Momentos marcantes do Oscar 2025

A premiação oscilou entre momentos de diversão e emoção, trazendo um toque especial de magia do cinema. Entre os destaques estiveram uma abertura inspirada em “Wicked”, uma homenagem aos filmes de James Bond, um tributo “in memoriam” e um brinde aos bombeiros.

O glamour do tapete vermelho

No tapete vermelho, as estrelas brilharam com looks deslumbrantes. Ariana Grande homenageou sua personagem Glinda, de “Wicked”, usando um vestido rosa pálido impressionante. Ao seu lado, Cynthia Erivo incorporou Elphaba em um modelo verde profundo. A noite foi dominada pelo glamour, com produções em tons de vermelho vibrante, preto clássico e detalhes em rosa.

Terremoto sacode Los Angeles após o Oscar

Enquanto muitos ainda celebravam os vencedores do Oscar, um pequeno terremoto foi registrado em Los Angeles. Segundo o Serviço Geológico dos EUA, o tremor teve magnitude 3,9 e teve epicentro próximo a North Hollywood.

O abalo foi sentido na região do complexo Hollywood & Highland, onde fica o Dolby Theatre, palco da cerimônia. Até o momento, não foram relatados danos.

O terremoto ocorreu por volta das 22h15, cerca de duas horas e meia depois da consagração de “Anora” como melhor filme. Apesar do tremor, as comemorações seguiram normalmente, incluindo a prestigiada festa da Vanity Fair, uma das mais disputadas do pós-Oscar.

Cinema

Os 10 Melhores Remakes de Terror dos Anos 2010

Os remakes de filmes de terror frequentemente enfrentam uma má reputação. Apesar de prometerem revigorar clássicos do gênero, muitos acabam sendo produções sem alma, movidas apenas pelo interesse comercial ou meras cópias pálidas dos originais. Contudo, alguns remakes conseguem se destacar, mesmo que sejam uma minoria. Nos anos 2010, diversas releituras de obras de terror chegaram aos cinemas, e, embora a maioria tenha sido esquecível, algumas conseguiram deixar uma marca duradoura, mantendo-se relevantes até hoje.

Com isso em mente, apresentamos uma lista das melhores reinterpretações de terror dessa década. A seleção varia entre carnificinas insanas, horrores “elevados”, filmes slasher e adaptações de Stephen King, combinando violência extrema com produções sofisticadas e estilos marcantes. Do choque brutal de Evil Dead à atmosfera artística e perturbadora de Suspiria, estas obras provam que, quando bem feitos, remakes de terror podem ser tão impactantes quanto seus predecessores.

10. Brinquedo Assassino (2019)

Direção: Lars Klevberg

Esta releitura moderna de Child’s Play trouxe o icônico boneco Chucky para a era da tecnologia, transformando o clássico vilão em um brinquedo movido por inteligência artificial. A abordagem atualizada dividiu opiniões, mas foi elogiada por sua criatividade em explorar o tema da tecnologia descontrolada.

9. Somos o Que Somos (2013)

Direção: Jim Mickle

Este remake do filme mexicano We Are What We Are adota uma abordagem sombria e atmosférica, com foco em uma família que esconde um segredo terrível. A releitura americana conseguiu captar o horror psicológico do original, enquanto oferecia um toque mais refinado em termos de direção e narrativa.

8. Maniac (2012)

Direção: Franck Khalfoun

A nova versão de Maniac se destacou por sua perspectiva única, filmada quase inteiramente sob o ponto de vista do protagonista. Elijah Wood entregou uma atuação perturbadora como um assassino obsessivo, e o filme recebeu elogios pela sua abordagem estilística e visceral.

7. Doce Vingança (2010)

Direção: Steven R. Monroe

O remake de I Spit on Your Grave manteve o tom brutal e controverso do original, explorando temas de vingança e sobrevivência. Apesar de polarizar críticas, o filme foi reconhecido por sua intensidade e por não poupar o público de sua violência gráfica.

6. A Hora do Espanto (2011)

Direção: Craig Gillespie

Esta releitura de Fright Night trouxe um toque de humor e modernidade ao clássico dos anos 1980. Com um elenco de peso, incluindo Colin Farrell como o carismático vampiro Jerry, o filme conseguiu equilibrar comédia e horror, garantindo diversão para os fãs do gênero.

5. Extermínio (2010)

Direção: Breck Eisner

Baseado no clássico de George A. Romero, The Crazies é uma atualização que intensifica a tensão e o desespero. A trama de uma cidade tomada por uma epidemia que transforma seus habitantes em assassinos violentos ganhou um tom mais dinâmico e visualmente impactante.

4. Evil Dead (2013)

Direção: Fede Álvarez

Este remake do clássico cult The Evil Dead é uma explosão de terror gore, com cenas perturbadoras e uma narrativa implacável. Apesar de sua abordagem séria, o filme foi amplamente aclamado por fãs e críticos, tornando-se um exemplo de como revitalizar um clássico com excelência.

3. Suspiria (2018)

Direção: Luca Guadagnino

Muito mais do que um remake, Suspiria é uma reinvenção. O diretor Luca Guadagnino transforma o clássico de Dario Argento em uma obra profundamente artística e repleta de simbolismo. Com uma estética marcante e performances memoráveis, o filme se destaca como uma das releituras mais ousadas do gênero.

2. Deixe-me Entrar (2010)

Direção: Matt Reeves

Adaptação americana do sueco Let the Right One In, este filme consegue capturar a sensibilidade e a melancolia do original. Com uma direção sensível e atuações tocantes, Let Me In é uma releitura que faz jus à obra que a inspirou.

1. It: A Coisa (2017) e It: Capítulo Dois (2019)

Direção: Andy Muschietti

Dividida em dois capítulos, esta adaptação da obra de Stephen King trouxe o icônico Pennywise de volta às telas em grande estilo. Misturando sustos genuínos, emoção e uma atmosfera nostálgica, It se tornou um fenômeno cultural e um dos remakes de terror mais bem-sucedidos da década.

Esses filmes são a prova de que, com a abordagem certa, os remakes de terror podem ser mais do que simples reproduções: podem reinventar clássicos, deixando sua própria marca no gênero.