Cinema

‘K-Pop Demon Hunters’ da Netflix Conquista o Mundo com K-Food e Sucesso Estrondoso na Billboard

A nova animação original da Netflix, ‘K-Pop Demon Hunters’, produzida pela Sony Pictures Animation, de Hollywood, continua sua ascensão meteórica e se consolida como um fenômeno global. O filme, que narra a história de um trio de K-pop chamado “Huntrix” que caça demônios, cativou o público mundial com uma combinação perfeita de cultura, cenários, história e trilha sonora coreana, gerando o que já está sendo chamado de “síndrome Kedeheon”.

Myeongdong: O Palco da Cultura Coreana e da Gastronomia de Rua

Um dos grandes destaques da animação são seus cenários, que retratam locais reais de Seul, como o Teatro Nacional de Myeongdong, a vila Hanok e, especialmente, as vibrantes ruas de comida de Myeongdong. A série detalha a cultura gastronômica coreana, apresentando pratos como kimbap, odeng, sundae, hot dogs e ramen.

Myeongdong, há muito tempo, é o destino número um para turistas que visitam a Coreia do Sul e já se tornou uma meca para fãs de K-food e K-beauty, atraindo celebridades internacionais como Scarlett Johansson em suas visitas recentes. Uma cena icônica do filme, onde o grupo de ceifadores “Saja Boys” canta em frente ao Teatro Nacional e come hot dogs dos carrinhos de rua, é vista como um dos momentos que mais destaca o prestígio da K-food no cenário mundial.

A cultura dos carrinhos de comida de rua é um dos pilares do sucesso duradouro de Myeongdong. A área funciona como um verdadeiro campo de batalha para a sobrevivência da K-food: pratos que agradam ao paladar internacional ganham popularidade instantânea, enquanto aqueles que não geram reações positivas desaparecem rapidamente. É nesse ambiente competitivo que clássicos como o tteokbokki, o kimchi e o frango frito de Myeongdong se mantêm há mais de 60 anos, conquistando não apenas os coreanos, mas pessoas de todo o mundo.

Trilha Sonora Quebra Recordes e Domina as Paradas da Billboard

O sucesso de ‘K-Pop Demon Hunters’ não se limita à tela. A trilha sonora original do filme está dominando as paradas musicais, ocupando o segundo lugar na principal parada de álbuns da Billboard, a “Billboard 200”, pela terceira semana consecutiva. Segundo um artigo de prévia da Billboard divulgado no dia 17, o álbum ficou atrás apenas de “I’m the Problem”, do astro country Morgan Wallen.

A parada “Billboard 200” classifica os álbuns mais populares da semana com base em um sistema que combina vendas de álbuns tradicionais, streams equivalentes a álbuns (SEA) e downloads de faixas digitais equivalentes a álbuns (TEA). Nesta última contagem, a trilha sonora de ‘K-Pop Demon Hunters’ registrou 104.000 unidades de álbum equivalentes, um aumento de 4% em relação à semana anterior e seu melhor desempenho até o momento.

O álbum, que estreou em 8º lugar, nunca saiu do top 10, com posições que incluem 3º, 2º, 5º, e agora mantendo o 2º lugar por um total de quatro semanas não consecutivas.

Feitos Históricos nos Charts Globais

Além do sucesso do álbum, faixas individuais também estão fazendo história. A música “Golden” alcançou o primeiro lugar tanto na parada “Global (Excl. US)” quanto na “Global 200” da Billboard. Este é um marco significativo, pois é a primeira vez que um artista virtual lidera ambas as paradas desde sua criação em 2020. Outra faixa da trilha sonora, “Takedown”, interpretada por Jeongyeon, Jihyo e Chaeyoung do grupo TWICE, também garantiu sua entrada na cobiçada parada “Hot 100”.

Cinema

Bastidores de Star Wars: Do Conselho de Lucas à Relevância das Cenas Deletadas

O universo de Star Wars é vasto, não apenas nas histórias que chegam às telas, mas também em tudo o que acontece por trás das câmeras. Desde decisões cruciais de direção em filmes mais recentes até cenas cortadas que poderiam ter mudado a percepção sobre a trilogia clássica, os bastidores da saga revelam uma complexidade fascinante.

O Conselho Crucial de George Lucas para ‘Solo’

Quando Ron Howard assumiu a direção de “Han Solo: Uma História Star Wars”, filme que explora as origens do canalha mais astuto da galáxia, ele se viu diante de um grande desafio. O cineasta veterano recebeu um conselho direto do próprio criador da saga, George Lucas, sobre como manter a essência da franquia.

Em uma entrevista ao Vulture, Howard revelou a conversa que teve com Lucas no início do processo: “Falei com ele logo no começo, quando estava avaliando se aceitaria o projeto. Ele não estava mais ativo nos filmes, mas me disse: ‘Nunca se esqueça de que é para garotos de 12 anos'”. Esse conselho simples, mas profundo, serviu como um norte para que o diretor se mantivesse fiel ao público que Star Wars sempre buscou cativar.

A História Conturbada por Trás de ‘Solo’

A chegada de Ron Howard ao projeto se deu em circunstâncias complexas. O diretor de clássicos como “Apollo 13” e “Willow” contou que a oportunidade surgiu de forma inesperada. O filme estava, inicialmente, sob o comando da dupla de diretores Phil Lord e Christopher Miller, que foram demitidos com as filmagens já em andamento. Foi então que Howard recebeu um convite para um café da manhã com Kathleen Kennedy, a presidente da Lucasfilm, onde a proposta foi feita.

“Sempre tive curiosidade sobre Star Wars, e ‘Solo’ apareceu em um momento em que eu não tinha nenhum outro filme em andamento. Minha esposa, Cheryl, e eu estávamos de férias na Europa”, relatou. A chamada de Kennedy o levou a Londres. A Lucasfilm pediu que Howard refilmasse quase todo o longa, pois o estúdio não estava satisfeito com o tom que estava sendo dado à produção. Apesar disso, ele preservou algumas cenas de que gostou e mencionou que a dupla original foi “incrivelmente gentil” durante a transição.

Cenas Deletadas: Uma Nova Perspectiva da Trilogia Clássica

Se a direção de um filme recente gerou debates, imagine o que cenas inéditas poderiam fazer com a percepção da intocável trilogia original. Muitos fãs apreciam os pequenos retoques digitais que modernizaram os filmes, outros se acostumaram com as adições posteriores, e os mais puristas certamente defenderão com unhas e dentes que Han Solo sempre atirou primeiro na cantina de Mos Eisley. No entanto, o material que ficou de fora da montagem final de “Uma Nova Esperança”, “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi” oferece novas camadas e nuances fascinantes aos personagens que conhecemos.

Mesmo os fãs mais rigorosos não podem negar o valor desse material já filmado que, por questões de ritmo, roteiro ou duração, nunca foi mostrado ao público. Um exemplo claro é a personagem Camie Marstrap, uma amiga de Luke Skywalker que teve cenas gravadas para o primeiro filme, mas foi completamente cortada. Sua presença, que só apareceu em quadrinhos e romances, mostrava que Luke não era apenas um jovem solitário no deserto, mas alguém com um círculo social e uma predisposição inicial para se juntar à Aliança Rebelde.

O Que Alguns Minutos a Mais Poderiam Mudar?

A grande questão é: quanto alguns minutos extras podem alterar nossa visão sobre personagens e eventos icônicos? A resposta varia, mas imagine uma cena que mostra de forma muito mais explícita a atração entre Luke Skywalker e a Princesa Leia, solidificando um verdadeiro triângulo amoroso antes da grande revelação. Cada cena cortada tem seu próprio contexto, mas elas provam que, às vezes, o que fica de fora da tela é tão interessante quanto o que é exibido.

Embora muitas dessas cenas possam ser encontradas nos extras de versões em home video, a trajetória da Lucasfilm, mesmo antes da aquisição pela Disney, sugere que não é impossível que parte desse material seja resgatado ou integrado em futuras edições da saga. Outras cenas, no entanto, perderam o sentido à medida que o cânone de George Lucas evoluiu, tornando-se apenas uma curiosidade sobre o que a galáxia muito, muito distante poderia ter sido.

Cinema

Dave Bautista será o grande vilão do remake de Highlander com Henry Cavill

Confronto épico se aproxima: Henry Cavill enfrenta Dave Bautista em Highlander

O tão aguardado remake de Highlander finalmente ganha forma concreta, e as novidades do elenco continuam chamando a atenção. Já sabíamos que Henry Cavill será o protagonista, interpretando Connor MacLeod, o imortal guerreiro escocês. Agora, segundo informações exclusivas do portal Deadline, Dave Bautista está em negociações finais para viver o principal antagonista da trama: o temido Kurgan.

Dave Bautista assume papel icônico originalmente interpretado por Clancy Brown

Caso o contrato se concretize, Bautista herdará o papel que foi imortalizado por Clancy Brown no filme original de 1986, Highlander – O Guerreiro Imortal. Na trama, Kurgan é um guerreiro sedento por poder e completamente impiedoso, cuja missão é eliminar todos os outros imortais para ser o último sobrevivente.

Curiosamente, o nome de Bautista já havia sido cogitado para o papel há mais de uma década, quando o remake ainda estava preso em uma longa fase de desenvolvimento. Agora, com a produção finalmente em andamento, seu envolvimento parece mais certo do que nunca.

Do ringue às grandes franquias: a trajetória de Dave Bautista

Ex-lutador de wrestling profissional, Dave Bautista consolidou sua carreira como ator em diversas superproduções de Hollywood. Com impressionantes 1,94 metros de altura e presença marcante, ele já participou de franquias de sucesso como Guardiões da Galáxia (Marvel), Duna e 007 – Spectre. Sua experiência em filmes de ação e ficção científica o torna uma escolha natural para encarar o papel de Kurgan, rival direto de Cavill na nova versão de Highlander.

Elenco de peso e direção experiente prometem revitalizar a franquia

Além de Cavill e Bautista, o elenco também contará com Russell Crowe (Gladiador, Uma Mente Brilhante), que interpretará o mentor Ramirez — papel que foi originalmente vivido por Sean Connery —, e Marisa Abela (Back to Black), cuja participação ainda não teve o papel divulgado.

A direção ficará a cargo de Chad Stahelski, conhecido por seu trabalho na aclamada saga John Wick. Como especialista em cenas de ação e coreografias de luta, Stahelski promete trazer batalhas de espada ainda mais intensas, realistas e impactantes que as do longa de 1986.

O universo Highlander renasce com grandes expectativas

O universo Highlander, famoso por sua icônica frase “só pode haver um”, já teve sequências cinematográficas, uma série de TV e agora se prepara para um retorno grandioso com o novo remake. A produção é desenvolvida pelos estúdios Amazon MGM, que vêm investindo pesado em reboots de franquias clássicas.

Com um elenco estelar, uma direção voltada para cenas de ação de alto nível e um vilão carismático como Dave Bautista, as expectativas estão altas. A disputa entre imortais está prestes a começar — e promete ser inesquecível.

Cinema

Pawan Kalyan Reflete Sobre o Futuro no Cinema Após “Hari Hara Veera Mallu”

Coletiva de Imprensa Rara em Hyderabad

O ator e atual vice-chefe de governo de Andhra Pradesh, Pawan Kalyan, concedeu uma coletiva de imprensa em Hyderabad para falar sobre seu próximo filme, “Hari Hara Veera Mallu” (HHVM). O evento, raro em sua agenda, serviu para o astro dividir detalhes sobre a produção e para comentar sobre as dificuldades de conciliar a carreira política com o trabalho no cinema.

Desafios e Compromisso com o Filme

Durante a coletiva, Pawan Kalyan relatou o empenho dedicado à cena de luta do clímax do filme, que foi cuidadosamente coreografada e gravada ao longo de 57 dias, mesmo sob o forte calor de maio. “Minha paixão pelas artes marciais foi fundamental para a construção dessa cena, onde enfrento o Império Mughal. Quis mostrar o sofrimento dos indianos durante aquele período histórico, tornando o drama acessível a todos”, destacou. O ator revelou ainda que, mesmo diante da agenda lotada devido às funções políticas, fez questão de se envolver diretamente na concepção das cenas de ação, trabalhando lado a lado com os coreógrafos.

Conciliando Política e Cinema

Pawan Kalyan não escondeu as dificuldades de se dividir entre a política e o cinema. Ele afirmou: “Depois de assumir o cargo de vice-chefe de governo, muita gente se perguntou se eu continuaria atuando. Eu mesmo não sei quantos filmes ainda poderei fazer. Sei que é difícil, mas quis dar o meu melhor neste projeto.” Para ele, a dedicação à obra se deve, em grande parte, ao respeito que tem pelo cinema — uma arte que, segundo o ator, não faz distinção de casta, região ou idioma.

A História de ‘Hari Hara Veera Mallu’

No longa-metragem, Pawan interpreta um fora da lei que enfrenta Aurangzeb, personagem vivido por Bobby Deol, e resgata a dançarina Panchami, papel de Nidhhi Agerwal. Dirigido por Krish e Jyothi Krisna e produzido por AM Rathnam, o filme terá sua primeira parte — “HHVM: Part 1 – Sword vs Spirit” — lançada nos cinemas em 24 de julho.

Produção Marcada por Desafios e Pandemia

Pawan Kalyan também comentou sobre as dificuldades enfrentadas ao longo da produção, especialmente durante as duas ondas da pandemia de COVID-19 e obstáculos criativos no desenvolvimento da história. “Após minha entrada na política, ficou ainda mais complicado conciliar as gravações, mas AM Rathnam se manteve firme e conseguiu finalizar o filme”, relatou.

Retorno Surpreendente às Promoções

Apesar de ter sido anunciado que o ator não participaria de eventos promocionais, Pawan surpreendeu os fãs ao aparecer na coletiva. Ele afirmou: “Vim para dizer pessoalmente que estou com esse filme. O motivo principal dessa coletiva foi atender a um pedido do produtor, AM Rathnam, e reforçar meu compromisso com o projeto.”

Elenco, Orçamento e Expectativa

Além de Pawan Kalyan, o filme traz nomes como Niddhi Agerwal, Bobby Deol, Nargis Bagri, Nora Fatehi, Sathyaraj e Jisshu Sengupta. A superprodução é dividida em duas partes e conta com trilha sonora de M.M. Keeravani. O lançamento nos cinemas está previsto para 24 de julho, com as pré-vendas já iniciadas em mercados internacionais.

Reflexão Final

Pawan Kalyan encerrou a coletiva reafirmando seu respeito pelo cinema e dizendo que, apesar das incertezas sobre o futuro na atuação, seu objetivo é entregar o melhor trabalho possível sempre que aceitar um novo desafio nas telonas.

Cinema

Charlize Theron e Uma Thurman se enfrentam em “The Old Guard 2” e refletem sobre os desafios do cinema de ação

Retorno de duas lendas do cinema de ação

No novo filme da Netflix, The Old Guard 2, duas gigantes do cinema de ação se reencontram em uma batalha épica: Charlize Theron e Uma Thurman interpretam guerreiras imortais que se enfrentam em uma história cheia de confrontos e dilemas existenciais. Theron volta ao papel de Andy (Andrômaca da Cítia), que luta por causas justas — e nem tão justas assim — há mais de seis mil anos. Já Thurman dá vida à enigmática vilã Discord, uma imortal ainda mais antiga que carrega uma profunda decepção com a humanidade.

Um reencontro esperado pelos fãs

Para os fãs do gênero, a expectativa era alta. Afinal, ambas criaram personagens que se tornaram ícones da ação: a Noiva de Kill Bill, interpretada por Thurman, e Furiosa de Mad Max: Estrada da Fúria, de Theron. Enquanto Charlize continuou trilhando sua carreira em longas de ação como Atômica, Velozes e Furiosos e The Italian Job, Uma se afastou por mais de duas décadas desse tipo de produção, voltando agora em grande estilo.

Escolha mútua e admiração mútua

Thurman revelou que sempre admirou o trabalho de Charlize e que aceitou o papel por ver nela uma atriz misteriosa e respeitada, com quem sempre quis contracenar. “Foi uma oportunidade rara. Projetos como esse não costumam reunir duas mulheres fortes e experientes no mesmo elenco”, comentou. Theron, por sua vez, afirmou que o desejo de trabalhar com Uma já vinha de longa data. “Muita gente me dizia que nós duas precisávamos fazer um filme juntas. E, honestamente, eu sempre a admirei demais como atriz”, destacou.

A ameaça de Discord

Discord, a personagem de Thurman, é descrita como uma das imortais mais antigas e solitárias do universo de The Old Guard. Segundo a própria atriz, sua personagem está tomada por frustração e ressentimento, bem diferente da postura otimista — ainda que cética — de Andy. “Ela é movida por raiva e já perdeu a fé na humanidade”, explicou Uma. Essa oposição ideológica entre as personagens gera o conflito central do filme.

Cenas de ação marcantes e espadas em destaque

Para dar vida a esse embate, as atrizes contaram com uma equipe de dublês de elite e cenas de luta coreografadas com precisão. “Foi incrível voltar a lutar com espadas, algo muito especial para mim”, revelou Thurman. Ela também elogiou o desempenho de Charlize, afirmando que a colega representa uma força feminina ousada e inspiradora no cinema. A diretora Victoria Mahoney reforçou: “Ver a Noiva e a Atômica Blonde frente a frente é um presente para os fãs, mas vai além disso. Toda cena de luta precisa de adversários à altura — e elas são exatamente isso”.

Conflito de ideologias: lutar ou desistir?

O confronto entre Andy e Discord é mais do que físico — ele representa um choque de ideologias. De um lado, Andy ainda encontra motivos para continuar lutando pela humanidade, mesmo diante de um mundo que parece não melhorar. Do outro, Discord quer colocar tudo abaixo. Segundo Greg Rucka, criador do universo de The Old Guard, a sequência desafia a decisão de Andy no primeiro filme: “Se ela encontrou um propósito lá, o segundo filme precisa colocar isso em xeque — e é exatamente o que a Discord faz”.

Fora das telas: respeito mútuo

Apesar do embate intenso em cena, fora das câmeras não faltou admiração entre as duas atrizes. Uma destacou a dedicação de Charlize, que além de protagonizar, também produziu o longa. As duas estrelas demonstraram que, mesmo interpretando inimigas, a parceria foi marcada por profissionalismo, respeito e admiração mútua — ingredientes que, ao que tudo indica, tornam The Old Guard 2 uma experiência imperdível para os amantes do gênero.

Cinema

Guillermo del Toro promete trailer de “Frankenstein” para este sábado

Guillermo del Toro está prestes a realizar um antigo sonho com seu novo projeto cinematográfico: Frankenstein. Considerado um dos lançamentos mais aguardados do ano, o filme dirigido pelo cineasta mexicano terá seu primeiro trailer revelado neste sábado, 31 de maio, durante o Tudum 2025 — evento global para fãs promovido pela Netflix.

Segundo del Toro, essa produção é especialmente significativa para ele. “Esse filme vive na minha mente desde a infância. Tentei realizá-lo por mais de 20 ou 25 anos”, revelou o diretor. “Algumas pessoas podem achar que sou obcecado por Frankenstein — e provavelmente estão certas. Com o tempo, o personagem se fundiu com minha alma, a ponto de se tornar quase uma autobiografia. Nunca fiz algo tão pessoal.”

O elenco conta com nomes de peso: Oscar Isaac interpreta Victor Frankenstein, Mia Goth vive Elizabeth, Christoph Waltz assume o papel do Dr. Pretorius, e Jacob Elordi dá vida à criatura criada pelo cientista.

Durante uma conversa no Festival de Cannes com o compositor Alexandre Desplat, del Toro enfatizou que Frankenstein será muito mais do que um filme de terror. “Alguém me perguntou recentemente se o filme tem cenas realmente assustadoras”, comentou. “Pela primeira vez, parei para pensar nisso. Para mim, é uma história emocional. É pessoal, profundamente pessoal. Estou fazendo perguntas sobre o que significa ser pai, ser filho… Não estou fazendo um filme de terror — nunca foi essa a intenção.”

Apesar de já ter sido exibido para um público seleto durante o evento Next on Netflix, realizado em Los Angeles no início do ano, o material ainda não foi disponibilizado online. Quem teve acesso descreveu as cenas como “opulentas”, “operísticas” e “sombrias” — adjetivos que só aumentam a expectativa em torno do lançamento.

Guillermo del Toro fala sobre Frankenstein há décadas, e por muito tempo parecia improvável que o projeto realmente saísse do papel. Agora, faltam apenas alguns meses para o público finalmente conferir o resultado. A estreia mundial está marcada para novembro, exclusivamente na Netflix.

Fãs já estão de olhos atentos para este sábado, na expectativa de que o trailer seja divulgado ao público em geral. Se isso acontecer, será a primeira chance real de vislumbrar o que promete ser uma das obras mais emocionais da carreira de del Toro.

Cinema

Allison Janney e Bryan Cranston brilham em trailer dramático de “Everything’s Going To Be Great”

Um novo drama familiar promete provocar emoções intensas e reflexões profundas. “Everything’s Going To Be Great”, longa dirigido por Jon S. Baird e escrito por Steven Rogers, roteirista de “Eu, Tonya”, acaba de ganhar seu primeiro trailer — e a combinação de elenco estelar e narrativa emotiva já chama atenção.

O título do filme, em tradução livre, “Tudo Vai Ficar Ótimo”, carrega uma ironia inerente que pode facilmente ser subvertida em manchetes futuras, dependendo da recepção da crítica e do público. Ainda assim, ao que tudo indica no trailer, há bons motivos para acreditar que o otimismo do nome pode, sim, se confirmar.

No centro da trama estão os personagens vividos por Bryan Cranston e Allison Janney, que interpretam um casal apaixonado por teatro. Cansados da rotina em Ohio, eles decidem recomeçar a vida em Nova Jersey, onde assumem a administração de um espaço artístico. A mudança não envolve apenas uma troca geográfica, mas também uma reinvenção emocional e existencial que afetará toda a família.

O jovem ator Benjamin Evan Ainsworth, conhecido por ter interpretado o Pinóquio mais recente da Disney, vive o filho do casal. Sua presença reforça um tom típico de “adolescente precoce descobre lições de vida agridoces” — um elemento clássico de dramas familiares. A trilha sonora, com canções de Brandon Ray, também ajuda a intensificar esse clima emocional, embora nem todos os espectadores pareçam convencidos pelo refrão repetitivo e frenético de “I’ll be there for you!”.

Ainda assim, o carisma e a competência de Cranston e Janney prometem dar profundidade e autenticidade aos personagens. Completando o elenco, Chris Cooper surge como mais uma presença de peso que pode agregar densidade à narrativa. A promessa é de um filme que sabe equilibrar humor, drama e sensibilidade.

“Everything’s Going To Be Great” se apresenta como uma carta de amor ao teatro — e à transformação que ele pode causar na vida das pessoas. Mas, como todo bom drama sobre arte e família, também carrega o risco calculado de nos confrontar com verdades incômodas. E talvez seja exatamente isso que o torne especial.

A estreia do filme ainda não tem data confirmada, mas a expectativa já está criada. Para os fãs de histórias sobre reinvenção, laços familiares e o poder redentor da arte, este pode ser um dos lançamentos mais emocionantes do ano.

Cinema

VIP: traições e segredos em um mundo de luxo

Para quem gosta de histórias intensas com romance, traição e dramas familiares, o dorama sul-coreano VIP é uma excelente escolha. A trama gira em torno de aparências enganosas e relacionamentos abalados nos bastidores de uma loja de departamentos de alto padrão, onde a verdade esconde-se por trás de sorrisos profissionais.

A história acompanha Jung Sun (interpretada por Jang Na-ra), vice-chefe de uma equipe exclusiva chamada “VIP”, criada pela luxuosa loja Seongwun para atender com atenção máxima os clientes mais ricos e exigentes. Seu marido, Sung Jung (vivido por Lee Sang-yoon), lidera essa mesma equipe, o que inicialmente parece ser um equilíbrio perfeito entre vida pessoal e profissional.

Porém, por trás da fachada de casal feliz, a protagonista vive um conflito silencioso. Jung Sun luta diariamente para manter as aparências, esconder suas dores e ser a esposa ideal, mesmo carregando marcas profundas de abandono do passado. Tudo muda quando ela recebe uma mensagem anônima afirmando que está sendo traída pelo marido com uma colega da própria equipe.

A partir desse ponto, Jung Sun mergulha em um turbilhão de emoções e precisa lidar com a dor da suspeita e da descoberta. Ela começa a investigar discretamente a vida do marido no trabalho, descobrindo segredos que vão muito além de uma simples traição. A tensão cresce a cada episódio, revelando não apenas os conflitos conjugais, mas também as verdades ocultas dos demais integrantes da equipe VIP.

Lançado em 2019, o dorama conta com 16 episódios, cada um com cerca de uma hora de duração. O elenco é reforçado por nomes como Pyo Ye-jin, Lee Chung-a, Kwak Sun-young e Shin Jae-ha, que ajudam a construir um enredo cheio de reviravoltas e emoções intensas.

VIP está disponível em várias plataformas de streaming, incluindo Netflix, Viki Rakuten, Apple TV e Kocowa. Embora ainda não conte com trailer dublado em português, o dorama tem ganhado popularidade entre os fãs brasileiros que buscam produções com enredos maduros, envolventes e realistas.

Com uma narrativa marcada por segredos, dilemas morais e questionamentos sobre confiança, VIP nos convida a refletir sobre as aparências no ambiente de trabalho e na vida pessoal, mostrando que, muitas vezes, a verdade está onde menos se espera.

Cinema

Netflix cancela 9 séries em 2024; veja quais títulos não terão novas temporadas

Em 2024, a Netflix encerrou oficialmente a produção de nove séries do seu catálogo. A plataforma, que frequentemente avalia o desempenho de seus conteúdos com base em audiência, engajamento nas redes sociais e retorno da crítica, optou por não renovar essas produções, seja por razões criativas, baixa popularidade ou simplesmente por terem chegado a um desfecho natural.

O cancelamento de uma série nem sempre é explicado de forma clara, mas há alguns fatores recorrentes que influenciam essas decisões. Entre eles, estão a queda no número de espectadores ao longo das temporadas, divergências entre os criadores e o estúdio, ou ainda a falta de impacto nas redes sociais — algo cada vez mais relevante para medir o sucesso de uma produção.

Confira abaixo as nove séries canceladas pela Netflix em 2024:

Ratched
Produzida por Ryan Murphy, a série protagonizada por Sarah Paulson explorava a origem da enfermeira Ratched, vilã do clássico “Um Estranho no Ninho”. Apesar da grande expectativa criada em seu lançamento, a produção teve apenas uma temporada. Após anos de silêncio sobre a continuação, a Netflix confirmou o cancelamento.

Cobra Kai
Derivada da franquia “Karatê Kid”, a série conquistou uma legião de fãs e chegou a receber elogios da crítica por sua abordagem nostálgica e atual. Em 2024, foi anunciado que a sexta temporada será a última, encerrando definitivamente a história dos antigos rivais Daniel LaRusso e Johnny Lawrence.

Sweet Tooth
A produção pós-apocalíptica baseada nos quadrinhos da DC também se despediu dos assinantes da plataforma. Após três temporadas, a história do menino híbrido Gus chegou ao fim, com um encerramento planejado pelos criadores.

Vikings: Valhalla
Spin-off da famosa série “Vikings”, a produção chegou ao fim após três temporadas. Apesar do bom início e da base sólida de fãs, a narrativa foi concluída em 2024, com um final que amarra os principais arcos dos personagens.

The Umbrella Academy
Uma das séries de super-heróis mais populares da Netflix também teve seu encerramento confirmado. A quarta temporada, ainda prevista para estrear este ano, será a última. A trama dos irmãos com poderes extraordinários promete um desfecho à altura da expectativa dos fãs.

Explosivos
Pouco conhecida pelo grande público, a série não conseguiu se destacar entre as inúmeras produções originais da plataforma. Com baixa audiência e pouca repercussão online, a Netflix optou por encerrar o projeto após a primeira temporada.

Bárbaros
Produção alemã que narra a batalha de Teutoburgo, onde tribos germânicas enfrentam o Império Romano, também foi cancelada. A série chegou a conquistar uma base fiel de espectadores, mas não foi o suficiente para garantir novas temporadas.

Irmãos Sun
Série de ação e comédia com temática familiar, “Irmãos Sun” não será renovada. Apesar de contar com nomes conhecidos e boa recepção inicial, o interesse do público não se manteve, o que levou ao cancelamento após uma única temporada.

Tudo Para Ontem
Produção nacional que misturava drama e humor, “Tudo Para Ontem” não terá novos episódios. A série não alcançou números expressivos de audiência e ficou aquém das expectativas da plataforma para o mercado brasileiro.

O cancelamento dessas séries reforça a estratégia da Netflix de apostar em produções que mantenham alto engajamento e audiência constantes. Ao mesmo tempo, destaca a concorrência acirrada dentro do próprio catálogo da plataforma, onde novas estreias acontecem semanalmente

Cinema

O Mundo Depois de Nós: suspense da Netflix retrata crise apocalíptica gerada por ataque cibernético

O novo thriller da Netflix, O Mundo Depois de Nós, promete manter o público vidrado na tela com uma trama envolvente e um elenco estrelado. Sob a direção e roteiro de Sam Esmail, o filme explora as reações humanas diante de uma crise de grandes proporções, resultante de um ataque cibernético que paralisa a sociedade.

Uma viagem que se transforma em pesadelo

A história acompanha Amanda (Julia Roberts) e Clay (Ethan Hawke), um casal de classe média de Nova York, que decide passar uma semana de descanso em uma luxuosa casa alugada em Long Island. Junto com seus dois filhos adolescentes, eles buscam aproveitar um momento de paz, longe da agitação da cidade grande.

Porém, o que parecia ser um retiro perfeito se transforma em um pesadelo quando G.H. Washington (Mahershala Ali), o verdadeiro proprietário do imóvel, aparece de surpresa ao lado de sua filha, Ruth (Myha’la Herrold). Eles chegam em meio ao caos de um misterioso apagão na Costa Leste, que derruba a internet e os sinais de celular, deixando todos isolados e sem informações sobre o que está acontecendo no mundo exterior.

O impacto da crise e os dilemas sociais

A chegada inesperada de G.H. e Ruth levanta suspeitas em Amanda, que se vê questionando se eles realmente são os donos da casa ou se poderiam estar aproveitando a situação para se abrigar. Seu ceticismo expõe preconceitos raciais que ela desconhecia em si mesma, adicionando uma camada psicológica ao drama.

Julia Roberts assume um papel complexo e desafiador, dando vida a uma personagem que, mesmo em meio ao caos, precisa lidar com as próprias contradições. O mesmo acontece com Mahershala Ali, que interpreta um homem acostumado a ter controle sobre a própria vida, mas que, diante do colapso da sociedade, encontra-se tão vulnerável quanto os outros.

Atuações de peso e um suspense envolvente

O elenco conta ainda com Ethan Hawke, que vem chamando atenção por sua versatilidade. No filme, ele interpreta Clay, um homem que tenta proteger sua família, mas se depara com seus limites em meio a um cenário tão incerto. A jovem Myha’la Herrold também brilha no papel de Ruth, uma personagem que desafia as expectativas e desempenha um papel essencial na história.

Com um enredo tenso e uma abordagem psicológica afiada, O Mundo Depois de Nós explora a fragilidade humana quando o mundo como conhecemos colapsa. A direção de Sam Esmail promete uma narrativa intensa, capaz de manter o espectador preso do início ao fim.

Suspense e reflexão

Mais do que um thriller apocalíptico, o filme levanta questionamentos sobre privilégio, preconceito e sobrevivência. Até que ponto podemos confiar no outro em tempos de crise? O que o desespero pode revelar sobre a verdadeira natureza humana?

O Mundo Depois de Nós é uma produção que promete instigar debates e emocionar, combinando atuações de alto nível com um roteiro afiado. A produção já está entre os lançamentos mais esperados da Netflix, e o público pode se preparar para uma experiência cinematográfica intensa e memorável.