Cinema

Dave Bautista será o grande vilão do remake de Highlander com Henry Cavill

Confronto épico se aproxima: Henry Cavill enfrenta Dave Bautista em Highlander

O tão aguardado remake de Highlander finalmente ganha forma concreta, e as novidades do elenco continuam chamando a atenção. Já sabíamos que Henry Cavill será o protagonista, interpretando Connor MacLeod, o imortal guerreiro escocês. Agora, segundo informações exclusivas do portal Deadline, Dave Bautista está em negociações finais para viver o principal antagonista da trama: o temido Kurgan.

Dave Bautista assume papel icônico originalmente interpretado por Clancy Brown

Caso o contrato se concretize, Bautista herdará o papel que foi imortalizado por Clancy Brown no filme original de 1986, Highlander – O Guerreiro Imortal. Na trama, Kurgan é um guerreiro sedento por poder e completamente impiedoso, cuja missão é eliminar todos os outros imortais para ser o último sobrevivente.

Curiosamente, o nome de Bautista já havia sido cogitado para o papel há mais de uma década, quando o remake ainda estava preso em uma longa fase de desenvolvimento. Agora, com a produção finalmente em andamento, seu envolvimento parece mais certo do que nunca.

Do ringue às grandes franquias: a trajetória de Dave Bautista

Ex-lutador de wrestling profissional, Dave Bautista consolidou sua carreira como ator em diversas superproduções de Hollywood. Com impressionantes 1,94 metros de altura e presença marcante, ele já participou de franquias de sucesso como Guardiões da Galáxia (Marvel), Duna e 007 – Spectre. Sua experiência em filmes de ação e ficção científica o torna uma escolha natural para encarar o papel de Kurgan, rival direto de Cavill na nova versão de Highlander.

Elenco de peso e direção experiente prometem revitalizar a franquia

Além de Cavill e Bautista, o elenco também contará com Russell Crowe (Gladiador, Uma Mente Brilhante), que interpretará o mentor Ramirez — papel que foi originalmente vivido por Sean Connery —, e Marisa Abela (Back to Black), cuja participação ainda não teve o papel divulgado.

A direção ficará a cargo de Chad Stahelski, conhecido por seu trabalho na aclamada saga John Wick. Como especialista em cenas de ação e coreografias de luta, Stahelski promete trazer batalhas de espada ainda mais intensas, realistas e impactantes que as do longa de 1986.

O universo Highlander renasce com grandes expectativas

O universo Highlander, famoso por sua icônica frase “só pode haver um”, já teve sequências cinematográficas, uma série de TV e agora se prepara para um retorno grandioso com o novo remake. A produção é desenvolvida pelos estúdios Amazon MGM, que vêm investindo pesado em reboots de franquias clássicas.

Com um elenco estelar, uma direção voltada para cenas de ação de alto nível e um vilão carismático como Dave Bautista, as expectativas estão altas. A disputa entre imortais está prestes a começar — e promete ser inesquecível.

Cinema

Pawan Kalyan Reflete Sobre o Futuro no Cinema Após “Hari Hara Veera Mallu”

Coletiva de Imprensa Rara em Hyderabad

O ator e atual vice-chefe de governo de Andhra Pradesh, Pawan Kalyan, concedeu uma coletiva de imprensa em Hyderabad para falar sobre seu próximo filme, “Hari Hara Veera Mallu” (HHVM). O evento, raro em sua agenda, serviu para o astro dividir detalhes sobre a produção e para comentar sobre as dificuldades de conciliar a carreira política com o trabalho no cinema.

Desafios e Compromisso com o Filme

Durante a coletiva, Pawan Kalyan relatou o empenho dedicado à cena de luta do clímax do filme, que foi cuidadosamente coreografada e gravada ao longo de 57 dias, mesmo sob o forte calor de maio. “Minha paixão pelas artes marciais foi fundamental para a construção dessa cena, onde enfrento o Império Mughal. Quis mostrar o sofrimento dos indianos durante aquele período histórico, tornando o drama acessível a todos”, destacou. O ator revelou ainda que, mesmo diante da agenda lotada devido às funções políticas, fez questão de se envolver diretamente na concepção das cenas de ação, trabalhando lado a lado com os coreógrafos.

Conciliando Política e Cinema

Pawan Kalyan não escondeu as dificuldades de se dividir entre a política e o cinema. Ele afirmou: “Depois de assumir o cargo de vice-chefe de governo, muita gente se perguntou se eu continuaria atuando. Eu mesmo não sei quantos filmes ainda poderei fazer. Sei que é difícil, mas quis dar o meu melhor neste projeto.” Para ele, a dedicação à obra se deve, em grande parte, ao respeito que tem pelo cinema — uma arte que, segundo o ator, não faz distinção de casta, região ou idioma.

A História de ‘Hari Hara Veera Mallu’

No longa-metragem, Pawan interpreta um fora da lei que enfrenta Aurangzeb, personagem vivido por Bobby Deol, e resgata a dançarina Panchami, papel de Nidhhi Agerwal. Dirigido por Krish e Jyothi Krisna e produzido por AM Rathnam, o filme terá sua primeira parte — “HHVM: Part 1 – Sword vs Spirit” — lançada nos cinemas em 24 de julho.

Produção Marcada por Desafios e Pandemia

Pawan Kalyan também comentou sobre as dificuldades enfrentadas ao longo da produção, especialmente durante as duas ondas da pandemia de COVID-19 e obstáculos criativos no desenvolvimento da história. “Após minha entrada na política, ficou ainda mais complicado conciliar as gravações, mas AM Rathnam se manteve firme e conseguiu finalizar o filme”, relatou.

Retorno Surpreendente às Promoções

Apesar de ter sido anunciado que o ator não participaria de eventos promocionais, Pawan surpreendeu os fãs ao aparecer na coletiva. Ele afirmou: “Vim para dizer pessoalmente que estou com esse filme. O motivo principal dessa coletiva foi atender a um pedido do produtor, AM Rathnam, e reforçar meu compromisso com o projeto.”

Elenco, Orçamento e Expectativa

Além de Pawan Kalyan, o filme traz nomes como Niddhi Agerwal, Bobby Deol, Nargis Bagri, Nora Fatehi, Sathyaraj e Jisshu Sengupta. A superprodução é dividida em duas partes e conta com trilha sonora de M.M. Keeravani. O lançamento nos cinemas está previsto para 24 de julho, com as pré-vendas já iniciadas em mercados internacionais.

Reflexão Final

Pawan Kalyan encerrou a coletiva reafirmando seu respeito pelo cinema e dizendo que, apesar das incertezas sobre o futuro na atuação, seu objetivo é entregar o melhor trabalho possível sempre que aceitar um novo desafio nas telonas.

Especiais

Última oportunidade: Filmes e séries que deixam a Netflix em breve

A Netflix está constantemente renovando seu catálogo, trazendo novidades para seus assinantes, mas também se despedindo de títulos consagrados. Com a chegada de fevereiro, vários filmes e séries populares têm data marcada para deixar a plataforma. Para quem deseja assistir ou rever essas produções, o momento é agora.

Entre os principais títulos que sairão do serviço de streaming nas próximas semanas estão produções de diferentes gêneros e para todos os gostos. Veja a lista dos filmes e séries que deixam a Netflix em fevereiro:

  • xXx: Reativado (2017)
  • Cadê os Morgan? (2009)
  • Carga Preciosa (2016)
  • Tá Chovendo Hambúrguer (2017)
  • Clifford, o Gigante Cão Vermelho (2021)
  • Voto de Coragem (2020)
  • Tim Maia (2014)
  • Bloodshot (2020)
  • Bangkok Love Stories: Inocência (2018)
  • Sleepless Society: Insônia (2019)
  • O Último Bastião (2018)
  • Guerra Mundial Z (2013)
  • P.S. Eu Te Amo (2007)
  • Zig & Sharko (2010)
  • Anjos e Demônios (2009)
  • Cartas para Julieta (2010)
  • S.W.A.T. – Comando Especial (2003)
  • Volta ao Mundo em 80 Dias – Uma Aposta Muito Louca (2004)
  • Do que os Homens Gostam (2019)
  • Karate Kid (2010)

Clássicos de Hollywood e grandes nomes no elenco

A lista inclui filmes de destaque com elencos renomados. Um dos exemplos é Anjos e Demônios (2009), estrelado por Tom Hanks. O longa conta a história de Robert Langdon, um professor de simbologia de Harvard, que tenta impedir um atentado planejado por uma sociedade secreta no Vaticano, em busca de vingança contra a Igreja Católica. O filme é uma continuação de O Código da Vinci, também adaptado dos livros de Dan Brown.

Outro destaque que se despede da plataforma é Guerra Mundial Z (2013), protagonizado por Brad Pitt. No enredo, o ator interpreta um investigador da ONU que precisa enfrentar um cenário de apocalipse zumbi e buscar respostas sobre a origem do vírus que devastou o planeta, na esperança de encontrar uma solução para salvar a humanidade.

Diversidade de gêneros e produções nacionais

Entre as produções que deixam a Netflix, há ainda opções de comédia, animação, ação, romance e dramas nacionais. O filme brasileiro Tim Maia (2014), que conta a trajetória do icônico cantor, também está na lista. Outro título querido do público, especialmente entre as famílias, é a animação Tá Chovendo Hambúrguer (2017), diversão garantida para todas as idades.

Séries e filmes asiáticos como Bangkok Love Stories: Inocência e Sleepless Society: Insônia também vão se despedir, assim como produções clássicas, entre elas S.W.A.T. – Comando Especial (2003) e Volta ao Mundo em 80 Dias – Uma Aposta Muito Louca (2004).

Aproveite antes que saiam

A saída desses títulos faz parte da estratégia de renovação constante da Netflix, que visa abrir espaço para novos lançamentos. Por isso, quem deseja assistir ou revisitar esses filmes e séries precisa correr, já que em breve eles não estarão mais disponíveis no catálogo brasileiro.

Se algum desses títulos está na sua lista de favoritos ou se você ainda não teve a chance de assistir, esta pode ser a última oportunidade de conferir essas histórias na Netflix. Fique atento às datas de remoção e programe sua maratona antes que seja tarde.

Cinema

Charlize Theron e Uma Thurman se enfrentam em “The Old Guard 2” e refletem sobre os desafios do cinema de ação

Retorno de duas lendas do cinema de ação

No novo filme da Netflix, The Old Guard 2, duas gigantes do cinema de ação se reencontram em uma batalha épica: Charlize Theron e Uma Thurman interpretam guerreiras imortais que se enfrentam em uma história cheia de confrontos e dilemas existenciais. Theron volta ao papel de Andy (Andrômaca da Cítia), que luta por causas justas — e nem tão justas assim — há mais de seis mil anos. Já Thurman dá vida à enigmática vilã Discord, uma imortal ainda mais antiga que carrega uma profunda decepção com a humanidade.

Um reencontro esperado pelos fãs

Para os fãs do gênero, a expectativa era alta. Afinal, ambas criaram personagens que se tornaram ícones da ação: a Noiva de Kill Bill, interpretada por Thurman, e Furiosa de Mad Max: Estrada da Fúria, de Theron. Enquanto Charlize continuou trilhando sua carreira em longas de ação como Atômica, Velozes e Furiosos e The Italian Job, Uma se afastou por mais de duas décadas desse tipo de produção, voltando agora em grande estilo.

Escolha mútua e admiração mútua

Thurman revelou que sempre admirou o trabalho de Charlize e que aceitou o papel por ver nela uma atriz misteriosa e respeitada, com quem sempre quis contracenar. “Foi uma oportunidade rara. Projetos como esse não costumam reunir duas mulheres fortes e experientes no mesmo elenco”, comentou. Theron, por sua vez, afirmou que o desejo de trabalhar com Uma já vinha de longa data. “Muita gente me dizia que nós duas precisávamos fazer um filme juntas. E, honestamente, eu sempre a admirei demais como atriz”, destacou.

A ameaça de Discord

Discord, a personagem de Thurman, é descrita como uma das imortais mais antigas e solitárias do universo de The Old Guard. Segundo a própria atriz, sua personagem está tomada por frustração e ressentimento, bem diferente da postura otimista — ainda que cética — de Andy. “Ela é movida por raiva e já perdeu a fé na humanidade”, explicou Uma. Essa oposição ideológica entre as personagens gera o conflito central do filme.

Cenas de ação marcantes e espadas em destaque

Para dar vida a esse embate, as atrizes contaram com uma equipe de dublês de elite e cenas de luta coreografadas com precisão. “Foi incrível voltar a lutar com espadas, algo muito especial para mim”, revelou Thurman. Ela também elogiou o desempenho de Charlize, afirmando que a colega representa uma força feminina ousada e inspiradora no cinema. A diretora Victoria Mahoney reforçou: “Ver a Noiva e a Atômica Blonde frente a frente é um presente para os fãs, mas vai além disso. Toda cena de luta precisa de adversários à altura — e elas são exatamente isso”.

Conflito de ideologias: lutar ou desistir?

O confronto entre Andy e Discord é mais do que físico — ele representa um choque de ideologias. De um lado, Andy ainda encontra motivos para continuar lutando pela humanidade, mesmo diante de um mundo que parece não melhorar. Do outro, Discord quer colocar tudo abaixo. Segundo Greg Rucka, criador do universo de The Old Guard, a sequência desafia a decisão de Andy no primeiro filme: “Se ela encontrou um propósito lá, o segundo filme precisa colocar isso em xeque — e é exatamente o que a Discord faz”.

Fora das telas: respeito mútuo

Apesar do embate intenso em cena, fora das câmeras não faltou admiração entre as duas atrizes. Uma destacou a dedicação de Charlize, que além de protagonizar, também produziu o longa. As duas estrelas demonstraram que, mesmo interpretando inimigas, a parceria foi marcada por profissionalismo, respeito e admiração mútua — ingredientes que, ao que tudo indica, tornam The Old Guard 2 uma experiência imperdível para os amantes do gênero.

Séries de TV

Clássicos dos anos 2000: Seis séries adolescentes para matar a saudade da juventude

A década de 2000 marcou profundamente a cultura pop, com uma onda de produções que moldaram o gosto de uma geração. No universo das séries de TV, esse período foi especialmente rico em histórias voltadas ao público jovem, combinando drama, mistério, romance e dilemas típicos da adolescência. Pensando nisso, relembramos seis séries marcantes dos anos 2000 que fizeram parte da juventude de muita gente e ainda despertam nostalgia.

Smallville (2001): A origem do herói

“Smallville” foi um dos grandes sucessos do início dos anos 2000. A série acompanhava a juventude de Clark Kent antes de se tornar o Superman, oferecendo uma abordagem mais livre e criativa do personagem. Sem seguir fielmente os quadrinhos, a trama explorava os dilemas pessoais e os primeiros contatos de Clark com seus poderes, misturando ficção científica, romance e ação em um enredo envolvente que conquistou fãs ao redor do mundo.

The O.C. (2003): Riqueza, rebeldia e realidade

“The O.C.” se destacou desde seu primeiro episódio, que bateu recordes de audiência na Warner Bros. A série trazia à tona questões reais enfrentadas por muitos adolescentes, como o abuso de substâncias, gravidez precoce, negligência familiar e o sistema judicial para menores. Ambientada na glamourosa Orange County, a trama contrastava o luxo das famílias ricas com os dramas profundos dos personagens jovens, criando uma narrativa intensa e emocional.

One Tree Hill (2003): Basquete, sonhos e amadurecimento

“One Tree Hill” ficou na memória de muitos por sua trilha sonora marcante, especialmente pela música de abertura “I Don’t Want to Be”, de Gavin DeGraw. A série acompanhava Lucas, um adolescente apaixonado por basquete, que enfrentava rivalidades, romances e desafios familiares. Com foco no crescimento pessoal e nas relações interpessoais, a trama retratava a busca por identidade durante a adolescência.

Veronica Mars (2004): Mistério no ensino médio

Veronica Mars era mais do que uma estudante comum. Filha de um ex-chefe de polícia, ela usava suas habilidades investigativas para solucionar crimes e segredos de sua escola enquanto lidava com traumas pessoais. Com uma protagonista forte e inteligente, a série combinava suspense policial com os dilemas típicos da juventude, ganhando destaque pelo seu tom sombrio e inteligente.

Kyle XY (2006): Ficção científica e autodescoberta

Com um enredo envolvente, “Kyle XY” apresentava a história de um adolescente encontrado desorientado e sem memórias em uma floresta. Sem umbigo e com habilidades fora do comum, Kyle tentava entender sua origem e se adaptar à vida em sociedade. A série misturava ficção científica com questões existenciais e emocionais, explorando temas como identidade, família e pertencimento.

Skins (2007): Um retrato cru da adolescência

Diferente das séries tradicionais da época, “Skins” apostou em uma abordagem realista e muitas vezes chocante da adolescência. Ambientada no Reino Unido, a série abordava temas como dependência química, distúrbios psicológicos, sexualidade, violência e relações familiares disfuncionais. Com personagens complexos e narrativas impactantes, “Skins” se destacou por expor o lado mais vulnerável e caótico da juventude.

Cinema

Guillermo del Toro promete trailer de “Frankenstein” para este sábado

Guillermo del Toro está prestes a realizar um antigo sonho com seu novo projeto cinematográfico: Frankenstein. Considerado um dos lançamentos mais aguardados do ano, o filme dirigido pelo cineasta mexicano terá seu primeiro trailer revelado neste sábado, 31 de maio, durante o Tudum 2025 — evento global para fãs promovido pela Netflix.

Segundo del Toro, essa produção é especialmente significativa para ele. “Esse filme vive na minha mente desde a infância. Tentei realizá-lo por mais de 20 ou 25 anos”, revelou o diretor. “Algumas pessoas podem achar que sou obcecado por Frankenstein — e provavelmente estão certas. Com o tempo, o personagem se fundiu com minha alma, a ponto de se tornar quase uma autobiografia. Nunca fiz algo tão pessoal.”

O elenco conta com nomes de peso: Oscar Isaac interpreta Victor Frankenstein, Mia Goth vive Elizabeth, Christoph Waltz assume o papel do Dr. Pretorius, e Jacob Elordi dá vida à criatura criada pelo cientista.

Durante uma conversa no Festival de Cannes com o compositor Alexandre Desplat, del Toro enfatizou que Frankenstein será muito mais do que um filme de terror. “Alguém me perguntou recentemente se o filme tem cenas realmente assustadoras”, comentou. “Pela primeira vez, parei para pensar nisso. Para mim, é uma história emocional. É pessoal, profundamente pessoal. Estou fazendo perguntas sobre o que significa ser pai, ser filho… Não estou fazendo um filme de terror — nunca foi essa a intenção.”

Apesar de já ter sido exibido para um público seleto durante o evento Next on Netflix, realizado em Los Angeles no início do ano, o material ainda não foi disponibilizado online. Quem teve acesso descreveu as cenas como “opulentas”, “operísticas” e “sombrias” — adjetivos que só aumentam a expectativa em torno do lançamento.

Guillermo del Toro fala sobre Frankenstein há décadas, e por muito tempo parecia improvável que o projeto realmente saísse do papel. Agora, faltam apenas alguns meses para o público finalmente conferir o resultado. A estreia mundial está marcada para novembro, exclusivamente na Netflix.

Fãs já estão de olhos atentos para este sábado, na expectativa de que o trailer seja divulgado ao público em geral. Se isso acontecer, será a primeira chance real de vislumbrar o que promete ser uma das obras mais emocionais da carreira de del Toro.

Séries de TV

“Fale Comigo”: terror psicológico e contatos com o além em novo filme da A24

O novo longa de terror “Fale Comigo”, produzido pela aclamada A24, mergulha o espectador em uma atmosfera tensa e perturbadora ao acompanhar um grupo de jovens que se envolve com forças sobrenaturais através de um misterioso objeto: uma mão embalsamada. O ritual macabro, que rapidamente se torna popular nas redes sociais, consiste em tocar na mão e dizer “Fale Comigo”, permitindo que entidades do além se manifestem por até 90 segundos. Ultrapassar esse limite, porém, pode trazer consequências devastadoras.

No centro da história está Mia, uma adolescente que lida com o luto após a morte da mãe. Em busca de consolo, ela é apresentada ao ritual por amigos e, movida pela curiosidade e pela esperança de se reconectar com a mãe, decide participar. A primeira experiência provoca nela uma sensação intensa e viciante. Incapaz de esquecer o que viveu, Mia começa a realizar sessões sozinha, acreditando que pode manter o controle sobre o que está invocando.

Com o passar do tempo, no entanto, as fronteiras entre realidade e ilusão começam a se desfazer. Mia passa a enxergar figuras sobrenaturais e enfrenta visões assustadoras que a deixam confusa e vulnerável. Seus amigos, inicialmente empolgados com o fenômeno, começam a perceber que abriram algo que não sabem como fechar.

O grupo, então, precisa lidar com os efeitos colaterais do contato com o mundo espiritual. Aparições cada vez mais perigosas, comportamentos inexplicáveis e uma tensão crescente tomam conta de suas vidas. A narrativa desenvolve-se com um ritmo envolvente, combinando elementos de suspense psicológico e horror sobrenatural, mantendo o espectador em constante alerta.

O elenco conta com atuações marcantes de Sophie Wilde como Mia, além de nomes como Miranda Otto, Zoe Terakes, Jett Gazley, Chris Alosio, Otis Dhanji, Joe Bird e Alexandra Jensen. Com direção precisa e uma estética visual inquietante, o filme apresenta uma abordagem contemporânea do gênero de terror, explorando temas como o luto, a curiosidade adolescente e os perigos de brincar com o desconhecido.

“Fale Comigo” se destaca como uma produção intensa, emocional e assustadora, que promete impactar tanto fãs de terror quanto quem busca uma narrativa bem construída e cheia de tensão.

Cinema

Allison Janney e Bryan Cranston brilham em trailer dramático de “Everything’s Going To Be Great”

Um novo drama familiar promete provocar emoções intensas e reflexões profundas. “Everything’s Going To Be Great”, longa dirigido por Jon S. Baird e escrito por Steven Rogers, roteirista de “Eu, Tonya”, acaba de ganhar seu primeiro trailer — e a combinação de elenco estelar e narrativa emotiva já chama atenção.

O título do filme, em tradução livre, “Tudo Vai Ficar Ótimo”, carrega uma ironia inerente que pode facilmente ser subvertida em manchetes futuras, dependendo da recepção da crítica e do público. Ainda assim, ao que tudo indica no trailer, há bons motivos para acreditar que o otimismo do nome pode, sim, se confirmar.

No centro da trama estão os personagens vividos por Bryan Cranston e Allison Janney, que interpretam um casal apaixonado por teatro. Cansados da rotina em Ohio, eles decidem recomeçar a vida em Nova Jersey, onde assumem a administração de um espaço artístico. A mudança não envolve apenas uma troca geográfica, mas também uma reinvenção emocional e existencial que afetará toda a família.

O jovem ator Benjamin Evan Ainsworth, conhecido por ter interpretado o Pinóquio mais recente da Disney, vive o filho do casal. Sua presença reforça um tom típico de “adolescente precoce descobre lições de vida agridoces” — um elemento clássico de dramas familiares. A trilha sonora, com canções de Brandon Ray, também ajuda a intensificar esse clima emocional, embora nem todos os espectadores pareçam convencidos pelo refrão repetitivo e frenético de “I’ll be there for you!”.

Ainda assim, o carisma e a competência de Cranston e Janney prometem dar profundidade e autenticidade aos personagens. Completando o elenco, Chris Cooper surge como mais uma presença de peso que pode agregar densidade à narrativa. A promessa é de um filme que sabe equilibrar humor, drama e sensibilidade.

“Everything’s Going To Be Great” se apresenta como uma carta de amor ao teatro — e à transformação que ele pode causar na vida das pessoas. Mas, como todo bom drama sobre arte e família, também carrega o risco calculado de nos confrontar com verdades incômodas. E talvez seja exatamente isso que o torne especial.

A estreia do filme ainda não tem data confirmada, mas a expectativa já está criada. Para os fãs de histórias sobre reinvenção, laços familiares e o poder redentor da arte, este pode ser um dos lançamentos mais emocionantes do ano.

Cinema

VIP: traições e segredos em um mundo de luxo

Para quem gosta de histórias intensas com romance, traição e dramas familiares, o dorama sul-coreano VIP é uma excelente escolha. A trama gira em torno de aparências enganosas e relacionamentos abalados nos bastidores de uma loja de departamentos de alto padrão, onde a verdade esconde-se por trás de sorrisos profissionais.

A história acompanha Jung Sun (interpretada por Jang Na-ra), vice-chefe de uma equipe exclusiva chamada “VIP”, criada pela luxuosa loja Seongwun para atender com atenção máxima os clientes mais ricos e exigentes. Seu marido, Sung Jung (vivido por Lee Sang-yoon), lidera essa mesma equipe, o que inicialmente parece ser um equilíbrio perfeito entre vida pessoal e profissional.

Porém, por trás da fachada de casal feliz, a protagonista vive um conflito silencioso. Jung Sun luta diariamente para manter as aparências, esconder suas dores e ser a esposa ideal, mesmo carregando marcas profundas de abandono do passado. Tudo muda quando ela recebe uma mensagem anônima afirmando que está sendo traída pelo marido com uma colega da própria equipe.

A partir desse ponto, Jung Sun mergulha em um turbilhão de emoções e precisa lidar com a dor da suspeita e da descoberta. Ela começa a investigar discretamente a vida do marido no trabalho, descobrindo segredos que vão muito além de uma simples traição. A tensão cresce a cada episódio, revelando não apenas os conflitos conjugais, mas também as verdades ocultas dos demais integrantes da equipe VIP.

Lançado em 2019, o dorama conta com 16 episódios, cada um com cerca de uma hora de duração. O elenco é reforçado por nomes como Pyo Ye-jin, Lee Chung-a, Kwak Sun-young e Shin Jae-ha, que ajudam a construir um enredo cheio de reviravoltas e emoções intensas.

VIP está disponível em várias plataformas de streaming, incluindo Netflix, Viki Rakuten, Apple TV e Kocowa. Embora ainda não conte com trailer dublado em português, o dorama tem ganhado popularidade entre os fãs brasileiros que buscam produções com enredos maduros, envolventes e realistas.

Com uma narrativa marcada por segredos, dilemas morais e questionamentos sobre confiança, VIP nos convida a refletir sobre as aparências no ambiente de trabalho e na vida pessoal, mostrando que, muitas vezes, a verdade está onde menos se espera.

Séries de TV

“Spectre”: O Filme Mais Caro de James Bond Vai ao Ar na TV Aberta — Mas Críticas Foram Desfavoráveis

O universo cinematográfico de James Bond continua a gerar novos títulos, mantendo vivo o legado do agente 007. No entanto, nem mesmo um orçamento milionário foi capaz de garantir a aprovação da crítica para uma das produções mais ambiciosas da franquia.

De sagas como “Star Wars” e “O Senhor dos Anéis” até o universo Marvel, os grandes blockbusters têm conquistado gerações de fãs ao redor do mundo. E dentro desse seleto grupo de franquias icônicas, os filmes de James Bond ocupam uma posição de destaque, mantendo sua popularidade desde a estreia do primeiro longa, em 1962.

Mais de seis décadas depois, a franquia segue firme, acumulando uma vasta lista de produções. Um dos capítulos mais recentes dessa trajetória será exibido hoje na TV aberta brasileira: trata-se de “007 Contra Spectre” (“Spectre”, no original), protagonizado por Daniel Craig.

Enredo: Segredos do Passado e uma Organização Sombria

Na trama, uma mensagem enigmática vinda do passado leva James Bond a uma missão não autorizada na Cidade do México, onde ele elimina dois alvos. A sequência o conduz a Roma, onde o agente secreto se infiltra em uma reunião clandestina e descobre a existência de uma organização sinistra chamada Spectre.

Essa rede secreta tem ligações com governos e figuras influentes ao redor do globo. Para enfrentá-la, Bond recorre à ajuda de Moneypenny (Naomie Harris) e do especialista em tecnologia Q (Ben Whishaw), na tentativa de localizar a misteriosa Dra. Madeleine Swann (Léa Seydoux), filha do antigo inimigo Mr. White (Jesper Christensen).

A missão exige que o agente 007 confie cada vez mais em sua intuição, enquanto tenta desvendar as camadas de intriga e conspiração por trás da organização.

Produção Recorde, Recepção Mediana

“Spectre” marca o 24º capítulo da saga James Bond e destaca-se como o filme mais caro de toda a franquia até agora. Lançado em 2015, ele contou com um orçamento estimado de 356,3 milhões de dólares (cerca de 325 milhões de euros), segundo informações do portal “Movieweb”.

Para se ter uma ideia, “Cassino Royale”, de 2006, que marcou a estreia de Daniel Craig como Bond, teve um custo bem menor: cerca de 228,4 milhões de dólares. A diferença de mais de 100 milhões evidencia o salto de investimentos em “Spectre”.

Apesar disso, o retorno em prestígio foi modesto. A crítica especializada não se empolgou com a superprodução. No site Rotten Tomatoes, o longa obteve apenas 63% de aprovação. Já no IMDb, a nota é razoável: 6,8 de 10.

Esses números mostram que nem sempre cifras elevadas se traduzem em sucesso artístico. Mesmo com cenas de ação impactantes e locações internacionais luxuosas, “Spectre” dividiu opiniões, especialmente entre os fãs mais exigentes.

Uma Missão que Não Conquistou Todos

Ainda que “Spectre” tenha contado com uma produção de alto nível, reunindo elenco renomado, efeitos visuais sofisticados e trilha sonora marcante, o filme acabou sendo visto por muitos como um retrocesso em relação ao seu antecessor, “Skyfall”, amplamente aclamado pela crítica.

Hoje, com sua exibição na TV aberta, o público brasileiro terá a chance de revisitar — ou assistir pela primeira vez — esse capítulo controverso da saga de James Bond. Um filme grandioso em escala, mas que talvez tenha faltado no mais importante: conquistar o coração do público e da crítica.